Irã captura 17 espiões ianques e condena alguns à morte

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Grafite pintado no muro da antiga embaixada do USA, no Teerã, capital do Irã. Foto: Atta Kenare/AFP

Em resposta contundente às recentes agressões do imperialismo ianque, o Irã voltou a afirmar que tem, aprisionados, 17 espiões que trabalhavam para a CIA (agência de inteligência e espionagem ianque), fornecendo informações sobre os projetos nucleares e militares iranianos. De acordo com a agência de notícias Al Jazeera, informação veiculada no dia 22 de julho, eles eram responsáveis por coletar informações nos lugares onde trabalhavam, instalar dispositivos de monitoramento e “realizar atividades técnicas e de inteligência” para o governo do USA. 

A prisão dos espiões tem relação com um relatório publicado em 18 de junho, que denunciava uma rede de espionagem cibernética orquestrada pelo USA no Irã. Além disso, em abril, o governo iraniano também relatou que havia descoberto 290 espiões da CIA em seu país nos últimos anos.

Em um duro golpe para os ianques, alguns dos espiões presos foram, inclusive, condenados à morte, segundo um alto funcionário do Departamento de Contraespionagem do Ministério de Inteligência iraniano, em uma coletiva de imprensa. Os outros foram sentenciados a longos anos de prisão.

O próprio Ministro de Inteligência afirmou, em um comunicado à PressTV, que “os espiões identificados trabalhavam em centros sensíveis e vitais do setor privado vinculados à economia, às [pesquisas] nucleares, à infraestrutura, o campo militar e a cibernética, onde recolhiam informação reservada”, o que foi reproduzido, também, em outros meios de comunicação do país.

A agência de inteligência ianque é conhecida por orquestrar operações internacionais contra qualquer grupo que se demonstre minimamente contrário ao USA. No decorrer de sua história, ficou famosa por manipular e inventar informações e intervir para derrubar governos, principalmente de nações oprimidas, para colocar nos aparelhos de Estados políticos e grupos fantoches que sirvam plenamente aos interesses econômicos e geopolíticos ianques. 

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