GO: Manifestação pela Educação e contra a ‘reforma' da Previdência toma as ruas de Goiânia

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Fotos: Comitê de Apoio ao Jornal A Nova Democracia - Goiânia

Pelo menos 5 mil pessoas marcharam pelas ruas de Goiânia no Dia Nacional em Defesa da Educação e da Previdência, no último dia 13 de agosto. O ato, que contou principalmente com estudantes e professores, saiu da praça Honestino Guimarães (praça Universitária) e seguiu em direção ao cruzamento da avenida Goiás com a avenida Anhanguera, o principal cruzamento urbano da cidade.

Antes da caminhada rumo ao centro, participantes da Plenária Sindical e Estudantil realizaram importante avaliação política e formaram um bloco próprio dentro da manifestação. Em seguida, este bloco partiu coeso, gritando palavras de ordem e segurando faixas que denunciavam o caráter entreguista e antipovo do governo de Bolsonaro e de generais.

Algumas falas foram realizadas no carro de som pelos membros da Plenária denunciando os crimes deste velho Estado, objetivando politizar as massas de dentro e de fora da manifestação. Durante o ato, ocorreu também significativa panfletagem, informando e politizando o povo sobre alguns dos motivos que geraram mais um dia de luta pela Greve Geral de Resistência Nacional.

Os participantes da Plenária Sindical e Estudantil também denunciaram as medidas obscurantistas adotadas pelo governo Bolsonaro nos últimos meses e contra a "reforma" da Previdência"; os ativistas também defenderam a revogação da "reforma" trabalhista e a liberdade de manifestação.

Um manifestante, que compunha o bloco da Plenária, incomodado com a usurpação da marcha por pautas politiqueiras, afirmou: “Eles ficam aproveitando esses momentos em que nós estamos nas ruas contra as medidas do governo para lançar sua propaganda de ‘Lula Livre’... Essa não era a pauta da manifestação! Isso é traficar com os interesses do povo, como sempre fazem”. E prosseguiu: “Querem fazer sua manifestação pela liberdade do Lula. Façam, mas não usem uma pauta justa como a defesa da ciência e contra a ‘Reforma da Previdência’ para seus objetivos”.

Além disso, professores independentes que denunciaram as perseguições políticas movidas pela direção do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Goiás (Sintego, sindicato “oficial”) chegaram a ter suas falas repreendidas pelos dirigentes sindicais vendidos.

“Precisamos de unidade, de pessoas nas ruas, de falar com os trabalhadores, os transeuntes, aproveitar desses momentos para atraí-los. O caráter de uma manifestação não pode ser falar para os seus, mas sim falar para as multidões que são diuturnamente massacradas com mentiras para demonstrar insatisfação”, afirmou o manifestante acima citado.

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