USA: Movimento Feminino Popular protesta contra policial pedófilo

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Foto: Incendiary News

No dia 14 de setembro, dezenas de pessoas organizadas pelo Movimento Feminino Popular (MFP) do USA protestaram fora da sede do Departamento de Polícia da cidade de Austin (DPA) dias depois de um tenente da polícia ser preso acusado de abuso sexual. Uma cabeça de porco içada em uma estaca estava pendurada sobre uma faixa que dizia: Porcos abusivos merecem morrer! As mulheres sustentam metade do céu!

A filha do tenente se apresentou, no início do mês de setembro, acusando o pai de molestá-la toda semana desde que ela era criança. Ela disse à polícia que estava motivada a interromper o ciclo de abuso, por preocupação de que seu pai estivesse abusando de outras pessoas.

Foto: Incendiary News

Durante o ato, diversas pessoas que passavam de carro pelo local buzinaram em apoio às revolucionárias. Diversos estudantes que passavam por lá conversavam com as participantes, e demonstravam seu apoio. Um transeunte que se aproximou disse que já havia sido preso por delitos pequenos, e que também sofreu assédio nas mãos da polícia de Austin: “Foda-se a polícia”, disse ele.

Depois de alguns discursos, o protesto se afastou da rua e marchou até as portas da sede da polícia local, com algumas mulheres batendo nas janelas enquanto continuavam repetindo palavras de ordem como Mulheres trabalhadoras, dêem-lhes o inferno! Rebelar-se é justo! e Abusadores se escondem no DPA! Abaixo ao molestador Dustin Lee!

Foto: Incendiary News

Enquanto a multidão se dispersava, a cabeça do porco permaneceu colocada em uma poça de tinta vermelha, voltada para as câmeras acima da entrada do departamento. “Estou furiosa, e minhas irmãs no Movimento Feminino Popular estão furiosas”, disse uma militante. “A fúria revolucionária das mulheres se despertará, se organizará, e derrotará nossos inimigos!”, afirmou.

Dustin Lee permanece na folha de pagamento do Departamento de Polícia de Austin, apesar de estar preso com uma fiança de 150 mil dólares. Antes de sua prisão, ele havia supervisionado o Comando da Área Central, um cargo para o qual foi promovido após anos de apelo por outro incidente de assédio sexual em 2008. “O Departamento de Polícia não apenas protege os agressores, ele recompensa-os e promovem-os”, disse uma militante no protesto.

Foto: Incendiary News

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