Gabriela Baldo, uma artista a serviço do povo e da revolução

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Desenho do revolucionário Thomas Sankara, de Burkina Faso

A arte democrática e revolucionária é necessidade premente para a luta popular. Ela ajuda a elevar a consciência e a vontade revolucionária, impulsiona o moral e serve a ridicularizar aqueles que insistem em pisotear as massas populares. A pintura é, talvez, uma das formas mais vivas dessa arte.

Gabriela Baldo, natural de São Paulo, é uma desenhista e pintora. “Eu sempre gostei de desenhar, desde criança, mas somente no começo desse ano eu resolvi começar a pôr em prática a pintura”, diz ela, em entrevista ao jornal A Nova Democracia. A artista dedica-se a retratar cenários e figuras de grande relevo à luta revolucionária internacional.

Próxima ao marxismo, ideologia que conheceu através da filosofia quando secundarista e se identificou através da internet e de colegas, Gabriela não poupa esforços por retratar entusiasticamente a vida e obra revolucionária das massas. Com o mesmo vigor, ela rechaça toda a cultura e arte burguesas.

Desenho de uma guerrilheira comunista

Ante esse contexto em que a arte tem sido inundada pelo niilismo e pela superficialidade e mesquinhez, Gabriela enxerga ainda mais a necessidade da nova cultura e seu caráter militante.

“A cultura burguesa no país está cada vez mais presente no dia a dia. O artista do povo, desde o amador ao profissional, tem como dever tentar orientar as massas com uma forma mais fácil de abordagem. Grande parte dos brasileiros não tem o hábito de leitura”, fundamenta.

A nova cultura deve instigar a consciência proletária nas massas, prossegue ela: “Não é simples apenas com palavras fazer com que alguém estude Marx, até porque são obras complicadas de entender e extensas. Os artistas do povo podem e devem investir em formas de demonstrar a verdadeira situação do país através da arte”.

 

Presidente Gonzalo, chefatura do Partido Comunista do Peru e da Revolução Peruana, preso e incomunicável desde 1992

Ela destaca, em especial, o trabalho dos artistas que se dedicam à charge. “Os cartunistas estão fazendo um trabalho como este que menciono: charges políticas, pinturas que ilustram a realidade no campo e nas grandes cidades. Ao meu olhar, a arte ajuda as massas a compreenderem melhor, até porque isso influencia bastante a mente”.

Uma de suas maiores influência é, segundo ela própria, a arte revolucionária peruana, que alcançou o cume com a Guerra Popular no Peru, dirigida pelo Partido Comunista e chefiada pelo Presidente Gonzalo.

Para ver as demais artes de Gabriela, basta acessar: https://www.instagram.com/gabibcg/

Desenho semelhante a obra feita por prisioneiros de guerra do Partido Comunista do Peru nos anos de 1980


Mais um desenho do Presidente Gonzalo

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