USA: Revolucionários fazem campanha contra a guerra imperialista

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Centro de Recrutamento Militar pichado no USA, com desenhos de foice e martelo. Foto: Incendiary news

O Escritório de Recrutamento Militar de Austin, Texas, amanheceu no dia 25 de janeiro com pichações escritas Combater e resistir ao imperialismo ianque, junto de enormes foices e martelo em suas janelas. O escritório recruta para todos os ramos das Forças Armadas do USA, como Exército, Marinha e Força Aérea.

A ação vem junto da campanha de revolucionários estadunidenses contra a agressão imperialista, mais recentemente contra a nação iraniana, assim como a sanha dos imperialistas em pilhar os recursos naturais e travar guerras de rapina contra diversos países do Oriente Médio visando dominá-los.  

Também no início do mês, em Austin, foram vistas pichações ao redor da cidade que diziam: Não à guerra contra o Irã! Morte ao imperialismo ianque!

Pichação contra a agressão imperialista ao Irã, em Austin. Foto: Incendiary news

Já em outras partes do país, revolucionários e ativistas também atacaram centros de recrutamento militar do USA. Em Charlotte, na Carolina do Norte, uma faixa com a frase Combater e resistir ao imperialismo do USA foi pendurada em outro Centro de Carreira das Forças Armadas, e adesivos com as frases Morte ao imperialismo do USA! Recrutadores militares, fiquem longe dos bairros operários!, e Não à guerra contra o Irã foram colados à janela.

Adesivo colado em outro Centro de Recrutamento, dessa vez em Charlotte, no estado da Carolina do Norte. Foto: Incendiary News

Em Pittsburgh, na Pensilvânia, o Comitê Anti-Imperialista Combativo liderou um protesto em frente Centro de Recrutamento Militar local, bloqueando a entrada e enfrentando a polícia.

Ativista detida durante protestos 

Manifestantes se reúnem em Charlotte, Carolina do Norte, contra a agressão do USA ao Irã. Foto: Incendiary news

No dia 9 de janeiro, dezenas de pessoas em Charlotte realizaram uma manifestação anti-agressão imperialista, com uma ativista sendo brutalmente presa, acusada de violação de uma ordem de silêncio quando falava ao megafone. As tentativas da polícia de parar ou isolar o evento foram recebidas com grande resistência por parte dos participantes.

O comício começou às 17h no centro de Charlotte e, em oposição ao discurso dos oportunistas, um militante combativo fez uma breve fala sobre a necessidade de combater o imperialismo ianque em si, e que a guerra imperialista não seria evitada simplesmente votando contra o presidente ultrarreacionário Donald Trump nas próximas eleições.

Durante a marcha dos manifestantes por uma estrada, de acordo com o portal de notícias revolucionário Incendiary News, a polícia derrubou e deteve uma ativista, liberando-a mais tarde. Também, conforme os manifestantes se organizavam para enfrentar provocadores defensores do imperialismo ianque, a polícia, temerosa e na tentativa de defender os grupos fascistas, ameaçou que os manifestantes seriam presos em massa caso não se dispersassem.

O protesto foi realizado em resposta à então agressão imperialista do USA contra o Irã, nomeadamente o assassinato de Qasem Soleimani, um general do corpo da “Guarda Revolucionária” do Irã e líder da força de elite Al Quds. Desde o seu assassinato, muitos protestos anti-imperialistas têm sido realizados em todo o USA, focados principalmente na oposição às guerras injustas em geral, colocando o imperialismo ianque como o inimigo número um dos povos.

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