RJ: Trens e barcas realizam criminoso aumento de passagem

A passagem dos trens e barcas aumentará na cidade do Rio de Janeiro. Segundo informou o Diário Oficial, no dia 31 de janeiro. O valor dos trens que hoje é de R$ 4, 60 passará para R$ 4, 70 a partir do dia 2 de fevereiro. As barcas que fazem o transporte aquaviário, principalmente dentro da região metropolitana, também irão ter acréscimos no preço da passagem. 

Todos esses aumentos criminosos nas passagens do transporte público foram homologados pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp).

Ainda no que tange o transporte das barcas, a concessionária responsável pelas barcas, CCR Barcas, ficará autorizada a reajustar as tarifas em diversas linhas, entre elas: Araribóia, Paquetá e Cocotá, que passarão de R$ 6,30 para R$ 6,50. Também irá aumentar o preço das passagens das linhas seletiva Charitas que vai de R$ 17,60 para R$ 18,20. E também das linhas Mangaratiba x Ilha Grande e Angra dos Reis x Ilha Grande terão o valor ajustado de R$ 16,70 para R$ 17,30.

Um crime contra o povo

Como é de conhecimento público, desde que assumiu a malha ferroviária do Rio de Janeiro, em 1998, a SuperVia vem prestando um péssimo serviço à população. Os atrasos, a lotação, os descarrilamentos e atropelamentos não são nenhuma novidade para os usuários dos trens, que são, em esmagadora maioria, trabalhadores que não têm outra opção para se deslocarem de casa até os seus serviços. Além disso, toda essa situação calamitosa é acompanhada pelo frequente aumento abusivo da passagem.

Em 2011 a Polícia Militar chegou a realizar uma operação para prender os passageiros que ficavam nas portas dos trens superlotados. Essa foi a “solução” que o velho Estado encontrou para “resolver problemas” como superlotação, falta de segurança, calor excessivo e portas abertas indevidamente durante a viagem.

Em 2011, o governo de Sérgio Cabral mandou a PM prender os passageiros que ficavam nas portas dos trens superlotados. Foto: Márcia Folleto

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