Campanha nacional repudia criminalização dos movimentos populares e perseguição política contra ativistas de Porto Alegre

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Reproduzimos na íntegra a nota de repúdio da Coluna Vermelha à perseguição política de 6 integrantes do Bloco de Lutas, que estão sendo criminalizados por lutarem por tomarem parte nas combativas Jornadas de Junho de 2013. A Coluna Vermelha é um movimento de torcedoras e torcedores do Sport Club Internacional. 


"Junho de 2013 foi um marco histórico de lutas em nosso país. Estudantes e trabalhadores foram às ruas por seus direitos, grandes marchas foram organizadas, e o país efervesceu naquilo que ficaria conhecido como “as jornadas de junho de 2013”. Porém, toda afronta aos donos do poder político e econômico em nosso país resultam em ações repressivas por parte do Estado e seu aparato, seja nas ruas com a Brigada Militar reprimindo fortemente as manifestações com o uso da força, seja nos tribunais com a tentativa de criminalizar os movimentos sociais.

Sob essa perspectiva, desde 2013, 6 jovens integrantes do Bloco de Lutas pelo Transporte Público em Porto Alegre à época foram indiciados por formação de organização criminosa para a prática de roubos, agressões, uso de explosivos e depredação do patrimônio público. Obviamente, todas acusações são falsas e têm como objetivo criminalizar não só os seis indiciados, mas todos que ousam lutar por um país melhor. É um claro recado do Estado burguês a todos e a todas que ousem desafiar sua estrutura opressora e desigual.

Na próxima segunda-feira, 9 de março, o julgamento dos 6 ativistas do Bloco de Lutas entra na fase final. As penas somadas podem ultrapassar 20 anos de prisão.

A Coluna Vermelha se solidariza com todos os companheiros indiciados nesse processo injusto e armado com intuito de criminalizar a luta. Um país tão desigual sem luta é um país onde a esperança deixou de existir, mas enquanto estivermos de pé seguiremos lutando ao lado dos nossos pelo direito à dignidade da vida humana.

ABSOLVIÇÃO JÁ!”

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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