USA: Militantes não se paralisam e organizam o povo

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Apesar do isolamento imposto pelo Estado imperialista ianque em relação à pandemia da Covid-19, os revolucionários estadunidenses continuaram em suas atividades, denunciando a miséria, a falta de renda e agitando as massas a lutarem por seus direitos, como por exemplo, realizando greve de aluguéis e a luta pela saúde e direitos das mulheres, ainda mais negligenciados em contexto de pandemia.

No final de semana dos dias 4 e 5 de abril, os revolucionários de Charlotte, na Carolina do Norte, atacaram o escritório Klutts Property Management, empresa gestora de aluguéis. Na sua porta foi colocada uma faixa defendendo o boicote ao aluguel e foi feita uma pichação em vermelho constando o símbolo da foice e do martelo. Também foram avistadas pela cidade pichações com as palavras de ordem: Proletários de todos os países, uni-vos!

Em Austin, no Texas, no período de 1º a 9 de abril muitas pichações com palavras de ordem revolucionárias surgiram, focando principalmente no boicote do aluguel e numa renda para quem a perdeu, com o crescente número de desempregados no país. Houveram também diversas pichações homenageando o Dia Internacional dos Trabalhadores.

Texas: o imperialismo do USA é o verdadeiro vírus! A revolução socialista é a cura! (Fonte: Tribune of the People)

No dia 1º de abril, ativistas do grupo Defend Our Hoodz (Defender os nossos bairros) foram à frente da prefeitura da cidade de Austin para exigir o fim do pagamento de aluguéis. O representante do grupo falou aos jornalistas que “a classe dominante quer que nós tenhamos medo do coronavírus para esconder o que está a caminho: uma crise econômica de proporções devastantes que vai superar a Grande Depressão”.

Luta feminina popular

Em Austin, após o banimento no estado da realização segura do aborto (através de clínicas especializadas e com acesso a profissionais) pelo procurador-geral Ken Paxton e pelo governador Greg Abbott, o Movimento Feminino Popular (MFP) do USA realizou um protesto no dia 9 de abril denunciando essa medida reacionária do Estado que ataca principalmente as mulheres mais pobres.

Elas organizaram o ato sob um viaduto, de onde entoavam palavras de ordem. Trabalhadores que passavam em veículos geralmente simpatizavam com a causa, enquanto outros paravam para dialogar com as revolucionárias.

Uma das representantes do MFP disse à imprensa popular Tribune of the People que "abortos são uma cirurgia essencial e forçar mulheres a dar à luz em tal crise econômica e de saúde é um crime contra as mulheres". 

MFP- USA: lutar contra o banimento do aborto agora!"(Fonte: Tribune of the People)

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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