Equador: Revolucionários celebram dia do internacionalismo proletário

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Publicamos nesta matéria algumas novas informações sobre a celebração do 1° de Maio no Equador, juntamente com imagens que não estavam presentes no artigo publicado no portal de AND, que apresentou o relato sobre as comemorações do 1° de maio em todo o mundo.

A Frente de Defesa de Lutas do Povo-Equador (FDLP) emitu um comunicado de balanço das manifestações do 1° de Maio, no qual exalta as combativas manifestações convocadas pela União Trabalhadores da Saúde em Geral (OSUNTRAMSA) que mobilizou os trabalhadores da saúde a protestar por seus direitos em diversas províncias do país, principalmente em Manabí.

Em Imbabura, houve mobilizações da Frente de Defesa dos Trabalhadores da região que realizaram ações combativas de massas na Província de Chimborazo. Em três províncias do país, os comitês de camponeses pobres estavam presentes nas celebrações do dia do proletariado internacional.

Além dessas manifestações, foram promovidas várias pichações e pinturas em todo país agitando as massas a lutar contra o regime de fome, mentiroso, repressivo e entreguista de Moreno. Conforme relata o documento da FDLP, “O proletariado, o campesinato pobre e outras classes exploradas do país comemoraram o dia do proletariado internacional como corresponde ao elemento consciente da classe e do povo: lutando!”

A declaração prossegue afirmando que, nos dias que se seguem, os revolucionários se preparam para resistir e persistir na luta contra o velho Estado, o governo fantoche do imperialismo ianque e suas tentativas de precarizar ainda mais as condições de trabalho das massas exploradas do país: “Não devemos ceder às reivindicações do Ministro do Trabalho, Poveda, um conhecido advogado para grandes latifundiários que negam a declaração da Covid-19 como doença, cuidando mais dos interesses das seguradoras e dos empregadores em abandono dos trabalhadores assalariados. Só com a luta se conquistam direitos e liberdades!

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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