Juventude combatente enfrenta repressão da PM e ataca bancos em Curitiba

Manifestantes marcharam pelas ruas da capital paranaense repudiando o fascismo e o sistema de opressão e exploração. Foto: Banco de Dados AND

Um grande protesto tomou as ruas do centro de Curitiba, no dia 1º de junho. O ato, combativo, enfrentou a repressão policial que quis dispersá-los e atacou bancos e prédios do governo, símbolos da exploração e da opressão.

O ato que começou por volta das 20h, reuniu cerca de 1.2 mil pessoas na praça Santos Andrade, em frente à Universidade Federal do Paraná (UFPR). A manifestação teve palavras de ordem entoadas contra o governo Bolsonaro, contra os generais e contra as Forças Armadas reacionárias, além de faixas e cartazes em apoio aos levantes que estão ocorrendo no Estados Unidos (USA) e a luta contra o genocídio do povo preto.

 Manifestantes se concentraram em frente ao prédio da UFPR. Foto: Franklin Freitas/Estadão

 A multidão tomou às ruas do centro da cidade durante à noite. Foto: Geraldo Bubniak/Estadão

Os manifestantes levaram muitas bandeiras vermelhas, pretas e bandeiras de movimentos antifascistas. A manifestação ocorreu um dia depois de um protesto de bolsonaristas, que pedem “intervenção militar com Bolsonaro no poder”.

O confronto ocorreu após o ato chegar ao Centro Cívico, no centro da Cidade. Os policiais agiram com truculência e dispararam bombas de gás lacrimogêneo e tiros de bala de borracha contra os manifestantes, além de agredir os manifestantes com cassetetes. Os jovens combatentes reagiram e enfrentaram a repressão policial, atirando pedras e demais objetos contra os militares; eles também arremessadas pedras na fachada do Fórum Cível de Curitiba e em agências bancárias.

Segundo informações preliminares um policial ficou ferido e oito manifestantes foram presos.

 Do alto da para observar a dimensão do ato. Foto: Geraldo Bubniak

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