SP: Mais uma vez as massas tomam as ruas contra o governo reacionário

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Foto: Comitê de Apoio ao AND de São Paulo

Na tarde de 14 de junho, na cidade de São Paulo, apesar das baixas temperaturas e da situação de pandemia, centenas de pessoas se reuniram na avenida Paulista para protestar contra o governo de Bolsonaro e dos generais golpistas, em defesa dos direitos democráticos das massas,  cada vez mais atacados com o desenrolar com do golpe militar em desenvolvimento.

Às 14h, os manifestantes se reuniram no Vão Livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e marcharam até a praça Oswaldo Cruz, onde o ato foi encerrado às 16h30. Durante o trajeto, receberam apoio de moradores desde suas janelas, entoaram palavras de ordem em rechaço à polícia e às Forças Armadas reacionárias, e denunciaram as mortes pelas mãos do velho Estado de milhares de brasileiros, como os casos das crianças João Pedro e Ágatha Felix.

A Polícia Militar (PM) e a Guarda Municipal, em suas sempre fracassadas tentativas de intimidar as massas, mobilizaram um verdadeiro aparato de guerra: três caminhões blindados da tropa de choque, meia centena de veículos terrestres, helicópteros, diversas equipes da cavalaria e centenas de gendarmes. 

Foto: Comitê de Apoio ao AND de São Paulo

Essa é a terceira manifestação popular na cidade São Paulo durante o período de pandemia em oposição ao governo reacionário e em defesa dos direitos democráticos.

No dia 7 de junho, outro ato contra o golpismo e contra os ataques aos direitos democráticos ocorreu no Largo da Batata, em Pinheiros, iniciando-se às 14h.

Houve repressão e militares foram flagrados, em vídeo, espancando manifestantes encurralados e já detidos, no fim da marcha. Os covardes usaram cassetetes e chutes para agredir os jovens. Balas de borracha, bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo também foram usadas contra a massa para tentar dispersá-la.

A PM mobilizou aproximadamente 4 mil policiais para reprimir os jovens, além de caminhões blindados equipados com jatos de água e todo tipo de armas “não letais”. Depois de serem atingidos por balas de borracha e bombas, os manifestantes responderam atirando pedras e outros objetos. Uma agência bancária teve a vidraça destruída. Barricadas foram incendiadas em algumas ruas.

Participaram torcidas organizadas de times de futebol, como do Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos, além de movimentos populares.

Foto: Comitê de Apoio ao AND de São Paulo

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