Colômbia: Juventude revolucionária celebra o Dia do Estudante Combativo Popular

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Estudantes marchando mesmo sob ameaças do velho estado

O Movimento Estudantil a Serviço do Povo (Mesp) e da Liga da Juventude Revolucionária (LJR) se reuniram na cidade de Medellín, na Colômbia,  no dia 10 de junho, para celebrar o Dia do Estudante Combativo Popular. Os manifestantes, prestando solidariedade à rebelião popular no USA, bloquearam uma via rumo à Universidade de Antioquia, colocaram uma faixa referentes à juventude combatente em uma ponte e queimaram a bandeira ianque, denunciando também a repressão do velho Estado colombiano, o assassinato dos filhos do povo pelos seus agentes reacionários e a presença de tropas ianques no país.

A juventude marchou rumo à entrada da Universidade de Antioquia, bloqueando a via pelo qual passavam, foram abordados por carabineros (polícia militarizada) e, apesar das intimidações, prosseguiram com seus objetivos. Numa ponte próxima, colocaram uma faixa do Mesp e da LJR, que constavam as palavras de ordem: Em meio a crise e a repressão,  o estudante se junta ao povo para organizar a rebelião!

Uma vez colocada a faixa, uma bandeira ianque foi queimada, sob os gritos de Fora ianques!, em referência às tropas ianques que foram despachadas ao país.

Estudantes revolucionários queimam uma bandeira ianque com caveiras no lugar de estrelas

Em meio à pandemia e sob ameaças do velho Estado, que declarou proibidos os protestos em via pública, sob a fachada de combater o novo coronavírus, a juventude revolucionária não se deixou intimidar com as ameaças, e prosseguiu com sua manifestação mesmo sob forte presença policial e de carabineros, que visavam intimidar os manifestantes.

Também foi realizada, antes da marcha, uma homenagem aos filhos do povo assassinados pelo velho Estado e aqueles que deram sua vida lutando por uma nova sociedade. Os jovens levantaram cartazes, com seus rostos, sob as palavras de ordem Presente, presente e sempre combatente!,  honrando as memórias de Julián Orrego, Dilan Cruz, Anderson Arboleda, Alejandro Gómez, Paula e Magaly, Luz Adriana Upegui, Emérito Digno, entre outros estudantes, jovens e camponeses mortos pelas mãos do velho Estado colombiano.

Estudantes homenageiam diversos revolucionários mortos pelo velho estado. Na faixas: “Eles não morreram, companheiros! Seguem em luta!”

A atividade teve início com a elaboração de cartazes, posteriormente colados na entrada da universidade, reivindicando a justeza da luta estudantil popular, o significado da data que estavam comemorando, rechaçando a repressão do velho estado, além de outros temas.

Já, ao final do dia, voltando ao ponto de encontro do ato, onde a celebração iria se encerrar, mais uma vez os estudantes não se deixaram intimidar pelas forças de repressão do velho estado, e bradaram as palavras de ordem Servir ao povo de todo o coração, tropa de choque da revolução!. Finalizando suas atividades, de acordo com o jornal revolucionário El Comunero, os participantes e estudantes revolucionários consideraram exitosas as ações, e um grande passo para a juventude ao romper com o imobilismo da quarentena com luta popular, dando um papel de destaque aos jovens revolucionários que lideraram e realizaram a ação.

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