USA: Cinco manifestantes são presos após protesto contra violência policial

Manifestantes protestam contra o assassinato de um morador de rua pela pela polícia em San Clemente, Califórnia. Foto: Leonard Ortiz, Orange County Register/SCNG

Cerca de 80 pessoas se reuniram na manhã do dia 24 de setembro, em San Clemente, cidade da Califórnia, exigindo punição aos xerifes que assassinaram um homem preto e morador de rua chamado Kurt Andras Reinhold, um dia antes.

Os manifestantes se reuniram próximo ao local onde Reinhold foi assassinado pela polícia reacionária e carregavam cartazes com os dizeres Parem de matar o povo preto! e Vidas azuis não existem! (em referência à cor do uniforme dos policiais). "A cor da sua pele não é uma escolha, ser um policial sim!”, disseram também vários manifestantes.

Um dos manifestantes afirmou: “Falharam com este senhor [Reinhold] de várias formas. Ele era morador de rua, e a assistência aos sem-teto o matou”, referindo-se ao setor da polícia destinado a "tratar" dos moradores de rua.

Após cerca de duas horas de manifestação, policiais com seis carros e 20 motocicletas chegaram ao protesto mandando os manifestantes se retirarem da rua, sendo que os manifestantes os responderam com palavras ordem como Sem justiça, sem paz! Com os manifestantes se recusando a se retirar, os agentes da repressão prenderam quatro pessoas sob acusações de “conduta desordeira” e outra sob acusação de “vandalismo”, por ter “riscado um carro da polícia", se juntando as mais de 15 mil presos desde o início dos justos protestos no USA.

Polícia genocida mata morador de rua que passava fome

Testemunhas do assassinato afirmaram ter visto Reinhold saindo de uma floricultura após ter pedido dinheiro, por estar com fome. Após isso, os dois xerifes o atiraram contra o chão após Reinhold gritar “parem de tocar em mim!”, ao tentar sair de perto dos policiais. Momentos após isso, tiros foram disparados contra Reinhold, levando à sua morte.

O chefe da polícia afirma que Reinhold tentou agarrar a arma dos agentes da repressão, porém testemunhas afirmam que isso não aconteceu em nenhum momento.

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