Brasil pode ficar sem vacinas na próximas semanas

O Brasil pode sofrer um “apagão” de vacinas nas próximas semanas. Foi o que avaliou o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e secretário estadual de Saúde do Maranhão, Carlos Eduardo Lula, durante entrevista à rádio CBN.

A escassez poderá ocorrer pois, segundo Carlos Eduardo, o país demorou a comprar os insumos: “A gente apostou mal, a gente rejeitou vacinas e agora não tem vacina suficiente para o Brasil. A gente tinha condição de ter começado a vacinar em novembro do ano passado", afirmou.

O secretário também informou que há incerteza sobre a chegada de novas doses prometidas pelo Ministério da Saúde. Carlos Eduardo também informou que estoques de medicamentos para intubação devem acabar em dez estados no período de uma semana, bloqueadores neuromusculares estão em falta em 14 estados e sedativos em falta ou com baixa cobertura em 11 entes federativos.

Carlos Eduardo também criticou o projeto que está em tramitação no Congresso, sobre a compra de vacinas por empresas privadas. Segundo o secretário de Saúde, a medida criaria uma competição entre o sistema público e o privado, acabando assim com a vacinação prioritária para os grupos de risco como: idosos, pessoas com doenças crônicas, professores e profissionais de saúde.

"A desfaçatez é tanta - e a gente fica muito chateado com isso - que chegou a ter uma cláusula que as empresas teriam isenção no imposto de renda para comprar essas vacinas, ou seja, não só íamos permitir um 'fura-fila' institucionalizado, como também toda a sociedade ia ter que arcar com o custo das empresas", disse o secretário que classificou o projeto como: “equivocado, absurdo e sem sentido”.

País pode sofrer com falta de vacinas nas próximas semanas. Foto: Reprodução

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