Protestos em todo o Brasil exclamam: ‘Abaixo o governo militar genocida de Bolsonaro!’ (atualizado em 7 de junho)

(Atualizado em 07 de junho, 12h51m)

Em pleno sábado, dia 29 de maio, milhares de pessoas saíram às ruas em manifestação nacional contra o governo militar genocida de Bolsonaro. O ato aconteceu em mais de 213 municípios (entre capitais e cidades do interior) e por toda parte mobilizou vários setores de trabalhadores, estudantes, sindicatos e organizações populares.

As massas saíram às ruas exigindo vacina, emprego, comida e rechaçaram o governo de Bolsonaro e generais. A manifestação denunciou os crimes do governo genocida em meio à pandemia do novo coronavírus que já vitimou mais de 470 mil brasileiros. 

Em várias regiões, manifestantes ergueram faixas, cartazes e também realizaram a distribuição de panfletos em apoio à Liga dos Camponeses Pobres (LCP) e à Revolução Agrária. No início do mês, o presidente fascista Jair Bolsonaro buscou caracterizar o movimento camponês como terrorista como tentativa de intimidar os camponeses em luta, particularmente o Acampamento Manoel Ribeiro, no estado de Rondônia.

Petrolina/PE

Faixa rechaçando o governo militar genocida de Bolsonaro. Foto: ExNEPe

No município pernambucano também ocorreu uma manifestação exigiam vacina para o povo, pão, trabalho e educação. O ato se concentrou as 9h na praça Maria Auxiliadora e percorreu as principais ruas do centro da cidade.

ExNEPe esteve presente no ato de Petrolina. Foto: ExNEPe

Ela contou com a participação de estudantes da Universidade de Petrolina (UPE), da ExNEPe, de estudantes secundaristas e também do Comitê Sanitário de Defesa Popular. Durante todo o trecho percorrido, os manifestantes receberam apoio da população, que se unia ao protesto gritando as mesmas palavras de ordem.

Foram vistas faixas denunciando os cortes de verbas, reivindicando a abertura das escolas e universidades com medidas sanitárias e vacinação, de modo a que sirvam ao povo.

Campina Grande/PB

Cerca de mil pessoas estiveram presentes na manifestação de Campina Grande. Os trabalhadores, estudantes e professores exigiam vacinas e se posicionavam contra o governo genocida de Bolsonaro/Mourão.

Em Campina Grande, manifestantes marcharam nas principais ruas. Foto: ExNEPe

Estudantes realizaram a distribuição de 300 panfletos da Executiva Nacional dos Estudantes de Pedagogia (ExNEPe). Foram feitas falas denunciando tanto o genocídio contra o povo brasileiro como também os cortes de verba nas universidades. Os presentes também se posicionaram contra os ataques covardes aos camponeses pobres do Acampamento Manoel Ribeiro

Na cidade da Paraíba também se viu apoio ao Acampamento Manoel Ribeiro. Foto: ExNEPe

Dourados/MS

O ato do município sul-mato-grossense foi criminalizado pelo Ministério Público Federal (MPF) que noticiou as entidades que estavam organizando o ato e ameaçando todos que participação. Ainda assim, o movimento estudantil combativo prosseguiu com a convocação e com a execução da justa manifestação contra o governo militar genocida de Bolsonaro.

Faixa da entidade de pedagogia foi levada por estudantes no ato de Dourados. Foto: ExNEPe

A manifestação partiu da praça central da cidade e rechaçou também os cortes de verbas nas universidades federais. Estavam presentes estudantes universitários e secundaristas e trabalhadores em educação (professores e técnicos). Durante a marcha, pode ser vista uma faixa com a conclamação Contra os cortes de verbas: Defender a Universidade pública e gratuita!. O conjunto dos presentes também rechaçou a imposição do Ensino à Distância (EaD), empurrada como o modelo de ensino a ser seguido a nível nacional.

Os estudantes se solidarizaram com a luta camponesa, tomando a palavra defender a luta dos camponeses do Acampamento Manoel Ribeiro.

Cascavel/PR

O ato de Cascavel, município do Paraná, ocorreu no dia anterior ao 29 de maio. A Executiva Paranaense de Estudantes de Pedagogia (ExPEPe) se uniu a estudantes e realizou a a colagem de cartazes pelo centro da cidade denunciando o governo militar genocida de Bolsonaro. Os cartazes também exigiam a vacinação imediata para o povo.

ExNEPe afirma: "devemos nos preparar e ir à luta!"

A entidade de luta dos estudantes de Pedagogia divulgou recentemente em seu portal as principais manifestações que esteve inserida. A nota pode ser lida clicando aqui. Na notícia, a ExNEPe aponta, ainda, que o dia 29 de maio trouxe de volta o elemento das manifestações nacionais para a situação política do país. Remarcando que o os atos presenciais são uma necessidade, indicam que a crise econômica, política e sanitária empurram a luta popular para novas alturas de mobilização.

O conteúdo do panfleto da ExNEPe distribuído por todo país no dia 29 de maio pode ser lido na íntegra aqui.

"Não vamos derrubar o corte de verbas facilmente, mas podemos contar com grandes manifestações e levantes concentrados e locais vindo por aí!", afirma a ExNEPe, que finaliza com o chamado: "Devemos nos preparar e ir à luta!".

FLORIANÓPOLIS/SC

O ato na capital catarinense ocorreu às 10 da manhã, no centro da cidade, concentrando no Largo da Alfândega, Rua Conselheiro Mafra e saindo em direção a Avenida Mauro Ramos, até adentrar o centro da cidade.

O Coletivo Onças Pintadas, durante a concentração do ato, realizou a primeira brigada do Jornal AND em Florianópolis, distribuindo 24 exemplares e arrecadando contribuições para a imprensa popular democrática. A agitação ressaltou principalmente a relação do latifúndio com o recente dado divulgado de que mais da metade da população brasileira sofre sem ter o que comer, e a luta da Liga dos Camponeses Pobres, recentemente ameaçados pelo presidente Jair Bolsonaro, que planeja um novo massacre de camponeses.

Houve grande recepção do jornal pela população e pelos manifestantes. Diversas pessoas afirmaram já conhecer o jornal pela internet e ficaram felizes de ver os exemplares impressos sendo vendidos em Florianópolis pela primeira vez. Já aquelas que nunca tinham ouvido falar do AND ficaram entusiasmadas em conhecer o jornal democrático e popular.

Militantes e apoiadores do Coletivo Onças Pintadas marcharam com bandeiras próprias do coletivo e da Liga dos Camponeses Pobres, carregando na frente uma faixa com os dizeres Contra o Genocídio Rebelar-se é Justo!. O ato e a participação do coletivo no mesmo foi um sucesso, com mais pessoas demonstrando interesse na luta democrática popular e o exemplo reverberando por toda a cidade.

Ativistas do Coletivo Onças Pintadas ergueram uma faixa durante a manifestação na capital de Santa Catarina. Foto: Banco de Dados AND

Curitiba/PR

Manifestantes reunidos nas ruas de Curitiba. Foto: Giorgia Prates/CWB Resiste

Cerca de 10 mil pessoas realizaram uma manifestação na cidade de Curitiba no dia 29 de maio exigindo o fim do governo militar genocida de Bolsonaro e generais. Após a concentração, os manifestantes saíram às ruas em marcha pela cidade.

Organizado por coletivos universitários, movimentos populares combativos e torcidas organizadas, a concentração reuniu amplos setores da sociedade e trazia reivindicações como a vacinação para todos, auxílio emergencial, fim dos cortes na ciência e educação, dentre outras.

Um bloco combativo foi organizado durante o ato, trazendo faixas com consignas em defesa do Acampamento Manuel Ribeiro e a Liga dos Camponeses Pobres (LCP). Uma panfletagem foi organizada, denunciando o cerco imposto pela Polícia Militar de Rondônia em conluio com o governo militar.

Manifestantes segurando faixa em apoio ao Acampamento Manuel Ribeiro. Foto: Banco de Dados AND.

Um segundo bloco, composto de organizações populares como a Frente Estudantil Contra a Educação à Distância (FECEaD) e a Executiva Nacional dos Estudantes de Pedagogia (ExNEPe) denunciou a grave situação imposta através da EaD tanto para as universidades quanto para as escolas públicas.

Os estudantes também saudaram a luta internacional dos povo, trazendo a palavra de ordem Juventude do Iraque e Palestina, sua luta continua na América Latina!, em apoio à resistência e combatividade do povo palestino perante as ações do velho estado genocida de Israel.

Os manifestantes também entoaram outras palavras de ordem como: Vacina, Vacina para o povo já. Abaixo, Abaixo, o Governo genocida militar!; não vai ter corte, vai ter luta!; Somos estudantes, não somos pacifistas! Viva a luta anti-imperialista!

Bloco Combativo agita manifestação. Foto: Oruê Brasileiro.

Manaus/AM

Manifestação ocorrida em Manaus, Amazonas. Foto: Banco de Dados AND.

O ato iniciou por volta das 15h (no horário do AM) na Praça da Saudade. Logo no início houve, uma forte chuva caiu atingiu a região. Porém mesmo assim o ato seguiu percorrendo a Avenida Epaminondas, a Avenida Sete de Setembro, a Avenida Eduardo Ribeiro até o Teatro Amazonas.

Faixa do Movimento Amazonas Vermelho. Foto: Banco de Dados AND.

Estiveram presentes cerca de 5 mil pessoas, houve ampla participação de movimentos democráticos. Com faixas e palavras de ordem, o ato denunciava a falta de vacinas para o povo e os cortes de verbas das universidades e institutos de pesquisas federais. 

Na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) foram registrados os maiores cortes. Em comparação a 2020 houve redução de 37%. Em comparação a 2019 a redução atinge 43% do orçamento total para 2021.

A Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua) declarou apoio a luta no Acampamento Manoel Ribeiro e estave presente no ato. Enquanto o Movimento AM Vermelho estava no ato com uma faixa com as seguintes frases:  Contra o genocídio! Vacina para o povo já! Bolsonaro inimigo das massas! Rebelar-se é Justo!

Foi realizada também mais um ato de panfletagem em apoio a luta dos camponeses do Acampamento Manoel Ribeiro em Rondônia.

A Polícia Militar estava presente desde o início do ato, deixando de acompanhar apenas durante a chuva, contudo o que chamou atenção foi a ação dos oportunistas que em conjunto com a PM não permitiram o total bloqueio das avenidas. Em alguns pontos os oportunistas pediam para as pessoas deixarem uma faixa das avenidas livre para passagem das viaturas.

Mesmo sob forte chuva, os manifestantes não arredaram pé e marcharam nas ruas de Manaus. Foto: Banco de Dados AND.

Belém/PA

O ato foi iniciado por volta das 8h (horário de Brasília) na Praça da República, no bairro da Campina, centro de Belém. Por volta das 10h, o ato seguiu pela Avenida Presidente Vargas, Avenida Nazaré, Avenida Magalhães Barata até o Mercado de São Braz, onde houve o bloqueio total das avenidas. Cerca de 3 mil pessoas estiveram presentes ao longo do ato.

Manifestante com caixa gigantesca da cloroquina com a inscrição "Genocida", também se lê "venda sob prescrição presidencial". Foto: Banco de Dados AND.

Assim como nas demais capitais houve ampla participação de movimentos democráticos. Com faixas e palavras de ordem, o ato denunciava a falta de vacinas para o povo e os cortes de verbas das universidades e institutos de pesquisas federais. 

Rio Branco/AC

Na capital acreana o ato iniciou por volta das 15h (no horário local) com uma carreata que partiu da Arena Acreana até o colégio de aplicação da Universidade Federal do Acre (UFAC), localizado no centro da cidade. O ato percorreu a Via Chico Mendes e Av Floriano Peixoto até o Palácio Rio Branco, sede do Governo Estadual.

No Acre, uma manifestação tomou as principais ruas da capital. Foto: Banco de Dados AND.

Além de estudantes e trabalhadores, estiveram presentes também os entregadores de aplicativo que em 2020 realizaram combativos atos em todo o país denunciando as precárias condições de trabalho.

Boa Vista/RR

Em Roraima foi realizado um ato em frente ao monumento ao garimpeiro no centro da cidade, com faixas e cartazes as pessoas denunciavam as invasões de garimpeiros nos territórios indígenas.

RIO DE JANEIRO/RJ

Manifestantes do Rio prestaram apoio ao Acampamento Manoel Ribeiro. Foto: Banco de Dados AND

O ato da capital carioca ocorreu pela manhã, se concentrando no monumento Zumbi dos Palmares, localizado na avenida Presidente Vargas. Às 10h, centenas de milhares de pessoas já se encontravam no local. Dezenas de faixas e bandeiras de organizações populares denunciavam os crimes do governo militar e rechaçavam Bolsonaro e generais. Os manifestantes marcharam no sentido da praça da Cinelândia, local de históricas mobilizações populares.

Manifestantes denunciaram os crimes do governo militar genocida de Bolsonaro/generais. Foto: Banco de Dados AND

O bloco independente e combativo se destacava no canto esquerdo da principal avenida da cidade. Eram vistas as bandeiras da Palestina, do Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), da Unidade Vermelha - Liga da Juventude Revolucionária (UV-LJR) e do Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (Moclate). Com três faixas os manifestantes estampavam: Abaixo o governo militar genocida de Bolsonaro!, Liberdade imediata para os 4 camponeses do Acampamento Manoel Ribeiro (assinada pelo MEPR) e Abaixo os cortes de verbas na educação! (assinada pelo Coletivo UFF para o Povo).

Estudantes do coletivo UFF para o povo estiveram presentes no ato. Foto: Banco de Dados AND

O ato seguiu por toda extensão da avenida Presidente Vargas, virou na avenida Passos e seguiu para a praça da Cinelândia. Quando o ato passava em frente ao Pantheon de Caxias (local que funciona também o Comando Militar do Leste) os manifestantes rechaçaram de maneira contundente o Exército reacionário. Através de palavras de ordem, exigiam Cadeia já para os assassinos do regime militar fascista! e relembravam a memória gloriosa dos militantes comunistas tombados em combate na guerrilha do Araguaia.

Já próximo ao final do ato, um grupo de ativistas incendiou uma bandeira do Estado de Israel, em solidariedade à heroica resistência da Palestina nos últimos enfrentamentos registrados na Faixa de Gaza.

Durante o ato manifestantes queimaram uma bandeira do Estado Sionista de Israel e ergueram bandeiras da Palestina. Foto: Banco de Dados AND

Milhares de pessoas passaram pelo ato. Em carros de som levados por alguns sindicatos, entidades e organizações populares faziam falas. Mesmo sendo sábado, a região central do Rio de Janeiro contava com muitos trabalhadores e pessoas que passavam em seus carros. Muitos paravam e davam seu sinal de apoio à manifestação.

O AND realizou a cobertura ao vivo do ato e pode colher uma entrevista com a presidente do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo), Fátima Siliansky:

— Todo povo que veio às ruas hoje em repúdio a esse governo genocida militar do Bolsonaro que não só tem promovido o crescimento de óbitos e de casos de Covid deliberadamente como também ataca os direitos democráticos do povo, chamando o povo em luta de terrorista. Então vemos por todo o país que resistir é preciso!

Ao final do ato, já na praça da Cinelândia, um grupo de ativistas realizou um jogral prestando solidariedade aos camponeses presos de Rondônia, à luta do Acampamento Manoel Ribeiro e denunciaram os crimes praticados pelo latifúndio e pelo velho Estado contra as massas camponesas.

Confira o vídeo produzido pelo AND

No Norte do estado do Rio de Janeiro, manifestantes também prestaram apoio à LCP e aos acampamentos Manoel Ribeiro e Tiago dos Santos. Foto: Banco de Dados AND

itaperuna/rj

Também no Rio de Janeiro, em Itaperuna, próximo ao limite entre os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, os manifestantes se reuniram para protestar contra o genocídio em curso promovido pelo governo de Bolsonaro/generais.

Foi registrado duas faixas que se destacavam frente à bandeiras e à massa em luta. Em uma dela, os dizeres exigiam Abaixo o governo militar genocida de Bolsonaro! Pela Nova Democracia! e outra em apoio à LCP, em que se lia: Em defesa do Acampamento Manoel Ribeiro - RO Viva a LCP!.

Faixa pendurada pelos manifestantes no ato de Itaperuna, Rio de Janeiro. Foto: Banco de dados AND

Faixa pendurada pelos manifestantes no ato de Itaperuna, Rio de Janeiro. Foto: Banco de dados AND

Porto Velho/RO

Manifestantes protestam em Porto Velho, em Rondônia, contra o governo militar genocida de Bolsonaro. Foto: Banco de Dados AND

Em Porto Velho, Rondônia, o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Rondônia – DCE/UNIR, Centros Acadêmicos e Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES, convocaram suas bases para participar de uma manifestação com concentração no prédio da UNIR Centro (sede da Administração Superior da UNIR, no centro da capital) a partir das 09h. A convocatória do ato também foi feita pelo SINPROF (Sindicato dos Professores e Professoras de Rondônia), Central dos Trabalhadores do Brasil – CTB/RO e do Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz – ASFOC-SN. A opção da direção da Frente Brasil Popular em Rondônia foi a de convocar uma carreata e não aderir e fazer unidade com os organizadores da passeata.

Manifestantes marcharam pelas ruas da capital de Rondônia. Foto: Banco de Dados AND

Estiveram presentes cerca de 500 pessoas no ato, em sua maioria estudantes e professores da UNIR e IFRO, mas também inúmeras organizações classistas, como o Movimento por Atingidos por Barragens (MAB), Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (MOCLATE), aposentados e até participantes do município vizinho de Candeias do Jamari. Com início às 09h com diversas intervenções ao microfone, por volta das 09h40 a manifestação iniciou e seguiu pelas principais ruas do centro da cidade.

Em Porto Velho, manifestantes levaram faixas exigindo a liberdade dos camponeses do Acampamento Manoel Ribeiro presos pelo velho Estado. Foto: Banco de Dados AND

Entre as inúmeras denúncias ao microfone, estavam: o sucateamento das Universidades e Institutos Federais; a denúncia de genocídio praticado por Bolsonaro, Mourão e generais que foram responsáveis pelas mais de 460 mil mortes de brasileiros; a carestia, o desemprego e a fome; o sucateamento e privatização do SUS; a falta de vacina e a exigência de vacina para o povo já!; a privatização da Eletrobrás, dos Correios e dos bancos públicos e o desmonte do Serviço público através da “Reforma Administrativa”. Também foi lembrada a histórica greve da UNIR de 2011 e seus ensinamentos já que se aproxima a sua passagem de 10 anos.

Sindicatos, entidades representativas e movimentos populares compuseram o ato em Porto Velho. Foto: Banco de Dados AND

Não faltaram também as denúncias contra o Estado Sionista de Israel e a solidariedade ao povo palestino; a política de extermínio praticada contra indígenas, camponeses e comunidades tradicionais, a criminalização dos camponeses em luta, sobretudo os camponeses do Acampamento Manoel Ribeiro, dirigido pela Liga dos Camponeses Pobres. A manifestação foi muito agitada e combativa, sob a direção da Juventude Combatente, com muitas palavras de ordens que expressavam a luta popular contra o governo dos generais, como: “Vacina, pão, trabalho, educação! Abaixo Bolsonaro e Mourão!” A repulsa ecoou pelas ruas: Bolsonaro Genocida!!!. Também ecoou pelas ruas de Porto Velho as palavras de ordem conclamando a Greve Geral e a Rebelião Popular, “É greve, é Greve, é Greve Geral! Greve Geral de Resistência Nacional” e. “O povo prepara sua rebelião, se abre um novo tempo para a revolução!”.

Estudantes participaram ativamente do ato em Rondônia. Foto: Banco de Dados AND

Estudantes concentrados com faixas de apoio à LCP em frente a Unir, em Porto Velho. Foto: Banco de Dados AND

FLÁVIO BOLSONARO PROVOCA MANIFESTANTES EM PORTO VELHO

Se os mais empobrecidos aplaudiam e apoiavam as denúncias dos manifestantes, uma pequena parcela de grupelhos de fascistas e de policiais à paisana e de uniforme, em alguns momentos passavam a atacar com insultos os manifestantes da passeata. A juventude combatente garantiu que aqueles que tentavam avançar sobre os manifestantes desistissem de tal feito.

No dia 29, a extrema-direita de Rondônia contou com o reforço de nada mais nada menos, que Flávio Bolsonaro, que foi àquele Estado para um compromisso não oficial e, não se contentando com sua campanha em defesa de seu pelas “redes sociais” foi pessoalmente debochar da carreata que protestava contra seu pai. Estava acompanhado do fascista mirim, Maurício Carvalho (PSDB), vice-prefeito de Porto Velho. A presença do provocador valente somente dentro do carro de luxo e cercado de seguranças não intimidou a juventude combatente que seguiu em marchas nas ruas do centro da capital.

Sites locais de Rondônia, como o tudorondonia, levantam suspeitas sob as constantes visitas do senador ao estado. Segundo o site “Rondônia tem garimpos de diamantes da Reserva Roosevelt e ouro. Recentemente o governador legalizou a garimpagem no Rio Madeira, onde garimpeiros agiam na clandestinidade. Inclusive israelenses”.  Ainda segundo o tudorondonia “Quem está preso, em Porto Velho, no presídio federal, é o ex-PM, Élcio de Queiroz, acusado de dirigir o carro usado no assassinato da vereadora carioca Marielle Franco. Seu parceiro de crime, Ronie Lessa, foi transferido para o presídio federal de Mato Grosso do Sul ano passado, na tentativa de evitar que eles combinem versões para o Tribunal do Júri, ainda sem data definida”. Flávio Bolsonaro é acusado de crimes como as “rachadinhas”, lavagem de dinheiro e vinculação com grupos paramilitares cariocas. Flávio Bolsonaro já esteve no ano de 2020 em Rondônia, onde se reuniu com latifundiários e, em nome de seu pai e do carrasco do Haiti, General Heleno. Na época o senador veio avalizar e autorizar uma operação de guerra contra os camponeses da área Tiago dos Santos e à LCP.

Belo Horizonte/MG

Em Belo Horizonte milhares de pessoas protestaram contra o governo militar genocida de Bolsonaro/generais. Foto: Banco de Dados AND

Em Minas Gerais, em várias cidades ocorreram atos públicos presenciais levando milhares de pessoas às ruas. Em Belo Horizonte, o ato contou com 50 mil pessoas convocados por entidades de massa estudantil, popular, sindical, torcidas antifascistas do Atlético, Cruzeiro, América e partidos políticos.

Na capital mineira o ato se concentrou na Praça da Liberdade (em frente ao palácio do governo) e saiu pelas avenidas João Pinheiro, Olegário Maciel em um trecho da rua Curitiba e avenida Amazonas, passando pela Praça Sete e encerrando na Praça da Estação, palco de grandes lutas do povo.

Manifestante exige Vacina para o povo já!. Foto: Banco de Dados AND

Durante o ato, o ponto que mais ecoava pelas massas mobilizadas era Fora Bolsonaro! E Vacina Já!. Vários blocos formados pelos movimentos ergueram suas faixas e bandeiras e puxavam as palavras de ordens. Um bloco independente e combativo ergueu uma faixa vermelha com letras amarelas com os dizeres Nem Bolsonaro, nem Mourão, nem Congresso de corruptos e fora Forças Armadas reacionárias!, ao seu entorno via-se as bandeiras vermelhas da Liga Operária, do Marreta e a bandeira da Palestina. Também foi levada ao ato pelos manifestantes uma outra faixa em solidariedade aos camponeses pobres de Rondônia em que se lia Viva o acampamento Manoel Ribeiro! Santa Elina é do povo!

Com palavras de ordens, como Nem Bolsonaro e nem Mourão, o povo quer: vacina, saúde e educação!, Vacina, vacina, para o povo já! Abaixo o governo genocida militar! e A nossa luta, unificou, é estudante junto com trabalhador! o clima de unidade foi imprimido na manifestação.

Faixa de apoio ao acampamento Manoel Ribeiro durante ato em Belo Horizonte, Minas Gerais. Foto: Banco de Dados AND

Um representante da Liga Operária concedeu entrevista exclusiva ao AND:

Os movimentos classistas, combativos e democráticos sabem que as manifestações se não conduzidas com maturidade, mantendo o caminho da luta, sem ilusão alguma nessa velha democracia, rechaçado na farsa eleitoral pelas massas, essas poderão serem iludidas e levadas ao caminho da conciliação. É de suma importância conduzir as massas para a ação, preparar a Greve Geral de Resistência Nacional, para revogar as leis antipovo, trabalhista e vende-pátria desse governo militar genocida de Bolsonaro.

Os atos em Belo Horizonte sempre tiveram como marco a tomada da Praça Sete, onde as massas tomam o Pirulito, monumento que fica bem no centro do cruzamento entre as avenidas Amazonas e Afonso Pena. Mas devido ao grande número de manifestantes, a manifestação seguiu até a praça da Estação, onde de lá todos se dispersaram. 

Manifestante denuncia genocídio do governo contra a população. Foto: Banco de Dados AND

Em Belo Horizonte, milhares marcharam em protesto ao governo. Foto: Banco de Dados AND

Salvador/BA

No dia 29 de maio, milhares de pessoas participaram do ato contra as políticas reacionárias do governo Bolsonaro em Salvador. Os manifestantes saíram da praça Castro 2 de Julho, no Campo Grande, e foram até a praça Castro Alves, no Centro.

Apoiadores do AND estiveram presentes no ato onde foram distribuídos 54 exemplares do jornal. Foram também arrecadadas contribuições para a imprensa popular democrática.

Cartaz em defesa da educação e saúde e contra o governo Bolsonaro/generais. Foto: Banco de Dados AND

Edições de AND foram distribuídos durante o ato em Salvador. Foto: Banco de Dados AND

Goiânia/GO

Em Goiânia, manifestantes levaram grande faixa contra Bolsonaro, Mourão, congresso e contra as Forças Armadas, todos culpados do genocídio contra o povo brasileiro. Foto: Banco de Dados AND

Uma grande manifestação ocorreu em Goiânia contra o governo militar genocida de Bolsonaro. Milhares de pessoas estiveram presentes no ato que percorreu uma das principais avenidas do coração da cidade, a avenida Goiás.

Durante o protesto, ativistas do Movimento Feminino Popular (MFP), do Moclate e demais sindicatos, entidades e movimentos de luta organizaram um bloco combativo. De lá, saiam as palavras de ordem que retumbaram fortemente durante a manifestação, tais como: Vacina, vacina, para o povo já, abaixo o Bolsonaro e o governo militar, entre outras.

Em Goiânia, manifestantes levaram grande faixa contra Bolsonaro, Mourão, congresso e contra as Forças Armadas, todos culpados do genocídio contra o povo brasileiro. Foto: Banco de Dados AND

O MFP e o Moclate ergueram uma grande faixa com a consigna Nem Bolsonaro, Nem Mourão, Nem Congresso de corruptos e fora Forças Armadas reacionárias! Podia-se ver também a bandeira da Palestina, como forma de demonstrar apoio ao bravo e destemido povo palestino. Foram distribuídos centenas de panfletos que convocavam as massas para a luta. Nele, era feito também a firme defesa da luta camponesa, em especial da LCP e do Acampamento Manuel Ribeiro. Os ativistas também apontavam como necessidade imediata a organização dos Comitês Populares de Defesa Sanitária.

Além disso, atendendo ao chamado da Executiva Nacional dos Estudantes de Pedagogia (ExNEPe), o Centro Acadêmico de Enfermagem confeccionou uma faixa com os dizeres: Abaixo o corte de verbas! Defender as Universidades públicas e gratuitas! Os estudantes deste curso participaram ativamente desse bloco, conclamando firmemente os demais à luta. A Universidade Federal de Goiás, corre iminente risco de finalizar suas atividades a partir de julho deste ano, conforme anunciado pela reitoria.

Durante todo o percurso, a manifestação foi muito bem recebida pelas massas. Os carros buzinavam em apoio à luta do povo contra o governo militar genocida de Bolsonaro.

Em Goiânia, manifestantes levaram grande faixa contra Bolsonaro, Mourão, congresso e contra as Forças Armadas, todos culpados do genocídio contra o povo brasileiro. Foto: Banco de Dados AND

Recife/PE

Manifestantes tomam as ruas de Recife em ato contra o governo Bolsonaro/generais. Foto: Reprodução

Em Recife também foi realizado o ato de luta contra o governo militar genocida de Bolsonaro logo pela manhã. Milhares de ativistas, militantes e trabalhadores enfurecidos se encontraram na praça do Derby para seguir em marcha pelas suas reivindicações.

Milhares de recifenses percorreram as ruas apesar da tentativa de desmobilização ocorrida no dia anterior. O ato, anunciado há semanas, foi acometido por uma tentativa de desmobilização no dia anterior por setores do oportunismo desestimularam que ativistas comparecem à manifestação após avisarem que seguiriam as orientações do Ministério Público de Pernambuco e que o ato seria “simbólico”, não saindo da praça. Apesar disso, os manifestantes saíram às ruas para denunciar todos os crimes que vêm sendo cometidos pelo velho Estado.

Os manifestantes ocuparam a avenida Conde da Boa Vista, avenida principal do centro de Recife, entoando diversas palavras de ordem. Foram levantadas faixas e cartazes contra o governo militar genocida de Bolsonaro, denunciando a carestia, a fome, a negação de um auxílio emergencial digno e a falta de vacina que assegure proteção contra o Covid-19. 

Militantes do coletivo Mangue Vermelho estiveram presentes no ato e denunciaram o governo militar genocida de Bolsonaro/generais. Foto: Banco de Dados AND

Conforme o ato seguia, as massas que estavam trabalhando no momento e moradores da região, nos prédios e nos comércios, aplaudiam e cantavam juntos as mesmas palavras de ordem.

O coletivo Mangue Vermelho (MV) esteve presente na manifestação. Além da denúncia do genocídio premeditado feito pelo governo Bolsonaro e generais, os ativistas prestaram solidariedade à luta dos camponeses pobres no campo, organizados pela LCP. Foram realizadas diversas agitações em apoio à LCP de Rondônia e contra a prisão ilegal dos quatro camponeses presos em Chupinguaia. Também foram distribuídos panfletos.

O Batalhão de Choque da Polícia Militar atacou os manifestantes, interrompendo o ato. Muitos manifestantes mantiveram-se firmes e de forma organizada, avançaram junto a organizações combativas na autodefesa da manifestação contra a investida da tropa da PM.

Leia também: PE: PM ataca ato e deixa manifestantes feridos no Recife

Militantes do coletivo Mangue Vermelho estiveram presentes no ato e denunciaram o governo militar genocida de Bolsonaro/generais. Foto: Banco de Dados AND

fortaleza/ce

A manifestação de Fortaleza também registrou a presença de muitas pessoas que exigiam direitos e rechaçavam o governo militar genocida de Bolsonaro. O Coletivo Carcará esteve presente no ato e fez importante demarcação, levantando uma grande e vermelha faixa em que se lia Abaixo o governo de Bolsonaro e generais! Por uma Revolução de Nova Democracia!, assinada pelo Coletivo.

Indicando que os interesses do povo só serão defendidos através da luta independente e combativa, sem qualquer ilusão com o oportunismo eleitoreiro, o coletivo logrou ganhar a adesão das massas presentes no ato. Em seu blog, o Coletivo Caracará divulgou uma nota sobre o ato. Nela, os ativistas afirmaram que "só há um caminho para a mudança verdadeira em nosso país: organização e luta combativa".

Bloco independente e combativo marcou presença no ato de Fortaleza. Foto: Reprodução

Campinas/SP

As ruas do centro de Campinas também presenciaram uma grande manifestação. Manifestantes levaram faixas exigindo o fim dos cortes nas universidades públicas, vacina para todo o povo, rechaçando o governo militar genocida de Bolsonaro e prestando solidariedade ao acampamento Manoel Ribeiro. 

A manifestação contou com a participação de estudantes, professores, trabalhadores, diversas organizações, centrais sindicais e organizações independentes, classistas e combativas. Entre as quais os acadêmicos indígenas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a organização Alvorada do Povo. 

As massas tomaram as ruas e denunciaram a política genocida do governo militar. O ato iniciou-se às 10h no Largo do Rosário e terminou próximo às 14h. A manifestação saiu em marcha fechando algumas ruas centrais da cidade.

Estudantes da Unicamp estiveram presentes no ato em Campinas. Foto: Banco de Dados AND

Em Campinas, São Paulo, manifestantes levaram faixas de apoio ao Acampamento Manoel Ribeiro e a LCP. Foto: Banco de Dados AND

Em Campinas, trabalhadores e estudantes tomaram as ruas contra o governo militar genocida de Bolsonaro. Foto: Banco de Dados AND

São Paulo/SP

Já na capital paulista, o ato mobilizou centenas de pessoas na Avenida Paulista, principal avenida da cidade. Estavam presentes centrais sindicais, entidades de massas, organizações populares e muitos trabalhadores, estudantes, professores, aposentados e outros setores da população que denunciaram os crimes do governo militar genocida de Bolsonaro.

Ativistas do MEPR levaram uma faixa assinada em que prestavam solidariedade aos camponeses do Acampamento Manoel Ribeiro. Centenas de panfletos também foram distribuídos em solidariedade à LCP.

Em São Paulo, manifestantes exigiram a liberdade dos camponeses do acampamento Manoel Ribeiro presos em Rondônia. Foto: Banco de Dados AND

Maringá/PR

Centenas foram as ruas em Maringá, no Paraná, para repudiar o governo militar genocida de Bolsonaro. Foto: Banco de Dados AND

Em Maringá, no Paraná, centenas de pessoas também se reuniram em ato para expressar o repúdio ao governo genocida de Bolsonaro/generais.

A manifestação iniciou com uma concentração na praça Raposo Tavares e depois seguiu pelas ruas da cidade, terminando em frente ao prédio da prefeitura. Durante o trajeto, os manifestantes carregavam cartazes, faixas e bandeiras com frases de protesto e repúdio a Bolsonaro, Mourão e ao governador do Paraná, Ratinho Jr.

Cartaz denuncia ataques do governo a educação. Foto: Banco de Dados AND

As intervenções realizadas no carro de som denunciaram o auxílio emergencial de fome do governo e as mais recentes propostas de privatização. Manifestantes também fizeram falas se posicionando contrários à precarização do ensino público a nível estadual e federal. Em muitas falas era apontada a sabotagem operada na ausência de uma ampla, massiva e acelerada campanha de vacinação do povo.

Dentre as pautas locais que foram reclamadas pelos manifestantes, destaca-se o corte de 75% no valor das verbas destinadas à Universidade Estadual de Maringá (UEM). Estudantes, professores e organizações populares denunciaram a enorme redução das verbas destinadas à manutenção da Universidade, que inviabilizaria o retorno das aulas presenciais. 

Boneco levado ao ato por manifestantes para representar o presidente fascista Bolsonaro. Foto: Banco de Dados AND

A UEM, que em 2020 teve R$ 23,5 milhões de reais executados na manutenção dos serviços, tem o valor sancionado pelo governo do estado para 2021 de apenas R$ 5,8 milhões. O Reitor da Universidade afirma que, para que o retorno das aulas presenciais se torne viável, são necessários, no mínimo, mais R$ 25 milhões. Na área da pesquisa, atualmente a UEM desenvolve mais de mil projetos, os quais também serão paralisados caso o valor aprovado pelo estado se mantenha. Dentre os projetos, destacam-se pesquisas na área da saúde, particularmente as que envolvem a Covid-19 e outras doenças endêmicas, como a dengue, que são de extrema importância tanto em nível nacional quanto local.

Ao término do ato, a tradição de “malhar o Judas” foi renovada e os manifestantes queimaram um boneco do fascista Bolsonaro acompanhado do nome de várias grandes empresas que o apoiam. 

Boneco de Bolsonaro foi queimado por manifestantes durante o ato. Foto: Banco de Dados AND

Brasília/DF

Em Brasília, manifestantes levaram faixa contra o governo Bolsonaro/generais e em apoio à LCP. Foto: Banco de Dados AND

Policiais revistaram manifestantes durante o ato no DF. Foto: Banco de Dados AND

Milhares de pessoas estiveram presentes em ato na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na manhã do dia 29 de maio. A manifestação repudiava o governo genocida do fascista Bolsonaro e seus asseclas, bem como o Alto Comando das Forças Armadas reacionárias e toda a sua ação ao longo da pandemia do Coronavírus e exigia vacinação já para toda a população.

A Polícia Militar realizou a revista de todos os presentes, impedindo a utilização de mastros de bandeiras e outros materiais pelos manifestantes.

Uma faixa em apoio à Liga dos Camponeses Pobres foi avistada no ato, com os dizeres: “Bolsonaro/Generais: Basta de ameaças! Viva a LCP!”.

O Comitê de Apoio ao AND do Distrito Federal realizou a distribuição de cerca de 100 exemplares de edições antigas do jornal A Nova Democracia durante a concentração do ato.

Em Brasília, manifestantes levaram faixa contra o governo Bolsonaro/generais e em apoio à LCP. Foto: Banco de Dados AND

Edições de AND foram distribuídas aos participantes do ato na capital federal. Foto: Banco de Dados AND

São Luís/MA

Grande faixa contra Bolsonaro, Mourão e Forças Armadas e exigindo vacina para o povo já e auxílio emergencial de R$ 1000 foi exibida durante ato em São Luís, no Maranhão. Foto: Banco de Dados AND

As manifestações em São Luís iniciaram às 8h na praça Deodoro com ampla participação de movimentos populares e democráticos. Ainda não se sabe a quantidade de manifestantes que estiveram presentes. O movimento Combate levou faixa com as consignas Nem Bolsonaro, Nem Mourão, Força Forças Armadas Reacionárias, Vacina para o Povo Já!, Auxílio Emergencial de R$ 1000 até o fim da pandemia. Além de outros cartazes em que lia-se Rebelar-se é Justo! e Viva a LCP! Morte ao latifúndio! em solidariedade ao movimento camponês.

Faixas por direitos básicos para o povo e em apoio à LCP foram levadas ao ato pelos democratas maranhenses. Foto: Banco de Dados AND

Durante todo o ato, foram feitas palavras de ordem pelas organizações populares e pelas massas. 

Em determinado momento, no ponto final (Praça Maria Aragão) um grupo de PMs de moto pararam e um deles, mascarado, tirou foto especificamente da área onde o grupo estava.

Em São Luís, manifestantes também levaram cartazes em apoio à LCP e contra o latifúndio. Foto: banco de Dados AND

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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