3J: Protestos contra governo militar genocida prosseguem [atualizado 09/07/2021]

No dia 3 de julho, milhões de brasileiros voltaram às ruas para protestar contra o governo militar genocida de Bolsonaro/generais.

Foram registrados atos em mais de 312 cidades brasileiras, incluindo as capitais de todos os estados e o Distrito Federal. Também ocorreram atos no exterior: em mais de 35 cidades de 16 países ocorreram manifestações em solidariedade à luta do povo brasileiro.

Entre as pautas levantadas pelos manifestantes estão: o fim do governo de Bolsonaro e generais, vacinação em massa, auxílio emergencial digno. Os trabalhadores denunciaram o genocídio em marcha que já retirou a vida de mais de 523 mil pessoas e também as recentes denuncias de corrupção na compra de vacinas.

Rondônia

Em Porto Velho, manifestantes levaram uma grande faixa com a consigna: Abaixo o Governo Militar Genocida de Bolsonaro. Foto: Banco de Dados AND

Em Porto Velho, manifestantes levaram uma grande faixa com a consigna: Abaixo o Governo Militar Genocida de Bolsonaro. Foto: Banco de Dados AND

Na capital do estado de Rondônia, Porto Velho, a manifestação se concentrou na Praça das Três Caixas D’ Água, por volta de 9h.

O ato reuniu centenas de estudantes, professores, trabalhadores e desempregados. O sentimento da imensa maioria era a de se levantar em luta, como em protestos anteriores, denunciando o gerenciamento de turno de Bolsonaro e o Alto Comando das Forças Armadas. Entre as diversas organizações presentes, estavam o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES, Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Rondônia – DCE/UNIR, A Executiva Rondoniense de Estudantes de Pedagogia – ExROPe, o Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz – ASFOC-SN, o Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação – MOCLATE, Centros Acadêmicos da UNIR, o Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR, a base do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica – SINASEFE; Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB, além de diversos Indígenas, Professores e estudantes da Rede Pública.

Estampadas em faixas e cartazes as inúmeras denúncias dos mais de 520 mil brasileiros mortos na pandemia da Covid-19, a denúncia do genocídio praticado por Bolsonaro e Alto Comando das Forças Armadas. Também no ato, diversas intervenções denunciaram a política de desmantelamento dos serviços públicos de saúde, os cortes no orçamento das Universidades, dos Institutos Federais, do SUS e do investimento em pesquisa. Denúncias também foram feitas diante do ataque feito por Bolsonaro e latifundiários contra a Liga dos Camponeses Pobres – LCP. Denunciou-se, ainda, a decisão proferida pelo judiciário de Vilhena que mantém encarcerados 04 jovens do acampamento Manoel Ribeiro, entre eles uma estudante da UNIR. A manutenção da prisão dos 04 ativistas, mesmo sem provas, é a materialização de que o judiciário brasileiro é porta-voz e protetor do latifúndio. Além das faixas e cartazes de apoio, inúmeras intervenções denunciaram a farsa perpetrada contra os jovens presos.

Em Porto Velho, manifestantes levaram uma grande faixa com a consigna: Abaixo o Governo Militar Genocida de Bolsonaro. Foto: Banco de Dados AND

Em Porto Velho, manifestantes levaram uma grande faixa com a consigna: Abaixo o Governo Militar Genocida de Bolsonaro. Foto: Banco de Dados AND

Em Porto Velho, manifestantes levaram uma grande faixa com a consigna: Abaixo o Governo Militar Genocida de Bolsonaro. Foto: Banco de Dados AND

São Paulo 

Milhares se reúnem em São Paulo para protestar contra o governo militar genocida de Bolsonaro/generais. Foto: Beatriz Drague Ramos 

Na capital paulista o ato começou às 15 horas. Os manifestantes se concentraram em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP) e depois seguiram para a rua Augusta até a Alameda Campinas. Às 16h30m, o ato ocupou a avenida Dr. Arnaldo, na região central da cidade. Mais de 100 mil pessoas participaram do ato em São Paulo.

Em São Paulo, manifestantes se levantaram de forma combativa contra a repressão policial. Foto: CMI-SP e OASL

Por volta de 19h, quando o protesto chegou à rua da Consolação, a Polícia Militar (PM) atacou os manifestantes com bombas de efeito moral e spray de pimenta. Os manifestantes responderam e atacaram os policiais com paus, pedras, rojões e demais objetos que encontram pela frente. Diante da fúria das massas, os policiais foram obrigados a recuar e entraram dentro de uma estação de metrô. 

Durante a resistência das massas contra o ataque das forças repressivas, uma agência bancária foi incendiada e uma concessionária de carros foi destruída. Manifestantes também montaram barricadas com fogo por toda a rua Augusta.

Manifestantes levaram bandeirão com charge do presidente fascista e a frase "Bolsonaro Genocida". Foto: Daniel Arroyo 

Minas Gerais

Em Belo Horizonte, manifestantes montaram barricada para fechar via no início da manhã do dia 3 de julho. Foto: Frente Antifa BH

Em Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais, manifestantes montaram barricadas com fogo logo no início da manhã do dia 03/07, na via que dá acesso ao Viaduto Helena Greco.

Mais tarde, às 14h, os trabalhadores se concentraram na Praça da Liberdade, na Região Centro-Sul da capital.

Os manifestantes partiram da Praça da Liberdade e passaram pelas avenidas João Pinheiro e Andradas em direção à Praça da Estação, no Centro de Belo Horizonte.

Durante o ato foram exibidas faixas e cartazes contra o governo militar de Bolsonaro e generais. Os manifestantes exigiram mais vacinas, auxílio emergencial digno e investimentos em saúde, educação e ciência.

Os manifestantes levaram bandeiras representando organizações populares entre as quais, as do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de BH e região (Marreta), Liga Operária, Luta pelo Socialismo (LPS), Sindicato dos Trabalhadores dos Correios (Sintect-MG), Sindicato dos Empregados em Empresas de Processamento de Dados (Sindados-MG), Movimento Feminino Popular (MFP) e Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR).

Em Minas Gerais, manifestantes levaram faixas e bandeiras em apoio aos camponeses presos políticos e a LCP. Foto: Banco de Dados AND

Os ativistas levaram também grandes faixas com reivindicações ao protesto. Como por exemplo uma que estampava Zema tire as patas da COHAB Minas! A permanência da COHAB Minas é a garantia de moradias às famílias de baixa renda!

Na manifestação de Belo Horizonte foi vista também menções à luta camponesa e indígenas. Três grandes faixas foram vistas, e elas exigiam Liberdade para Estafane, Ricardo, Ezequiel e Luiz Carlos! Camponeses presos no acampamento Manoel Ribeiro (Rondônia), Basta aos covardes ataques do governo militar genocida de Bolsonaro contra os povos indígenas! Abaixo o PL 490/2007! e Liberdade para Luzivaldo! Acampamento Campina Verde LCP.

Manifestantes se concentraram na Praça da Liberdade, no centro de Belo Horizonte. Foto: Banco de Dados AND

Rio de Janeiro

Na capital do Rio de Janeiro, os manifestantes se reuniram mais uma vez no monumento Zumbi dos Palmares, na avenida Presidente Vargas, no centro da cidade, por volta de 10h da manhã. 

Os manifestantes eram cerca de 80 mil e ocuparam três faixas da avenida. Com faixas e cartazes de denúncia ao governo genocida, os trabalhadores caminharam até a Igreja Candelária.

Brasília

Em Brasília, manifestantes foram até a Esplanada dos Ministérios para protestar contra o governo. Foto: Reprodução

No Distrito Federal, os manifestantes se concentraram por volta das 16h, em frente ao Museu Nacional da República. Por volta de 17h, os trabalhadores caminharam até o Congresso Nacional e ocuparam todas as faixas em direção a Praça dos Três Poderes.

Posteriormente os manifestantes se concentraram na Esplanada dos Ministérios, local em que exibiram faixas e cartazes contra o governo militar genocida de Bolsonaro. Os manifestantes exigiram mais vacinação e um auxílio emergencial digno.

Os trabalhadores também protestaram contra o  Projeto de Lei (PL) 490, que estabelece o “marco temporal”,  que intensifica os ataques contra os povos originários ao possibilitar que sejam demarcadas apenas as terras sob posse dos povos indígenas em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal. Dessa forma, o projeto intensifica o projeto de genocídio contra os povos indígenas.

Nas últimas semanas, indígenas realizaram atos combativos em várias partes do país para barrar tal projeto. Em Brasília eles responderam ao ataque da PM altivamente lançando pedras e atirando flechas contra o aparato militar reacionário.

Goiás

Manifestação do dia 3 de julho na Praça do Trabalhador, em Goiânia, estado de Goias. Foto: Banco de Dados AND

Em Goiânia, centenas de manifestantes se reuniram na Praça Cívica, no centro da cidade, às 9:00 horas.

Após se organizarem e fazerem algumas falas iniciaram o trajeto pelas avenidas do centro da cidade até a Praça do Trabalhador. Os manifestantes carregavam faixas e cartazes contra o governo de Bolsonaro e militares genocidas. Entoavam palavras de ordem pedindo o fim deste governo militar, exigindo vacina para o povo. Os manifestantes também convocaram os trabalhadores que acompanhavam o ato a se juntar à luta.
Durante o ato houveram intervenções em defesa da Liga dos Camponeses Pobres (LCP), pela liberdade dos quatro camponeses de Rondônia, de denuncia ao criminoso genocídio do governo militar de Bolsonaro.

Foram levadas faixas e cartazes exigindo a liberdade dos quatro presos políticos do acampamento Manoel Ribeiro (Rondônia), Stefane, Ricardo, Ezequiel e Luiz Carlos, bem como, condenando os ataques ilegítimos e absurdos do Presidente Bolsonaro a LCP e ao próprio acampamento Manoel Ribeiro.

Ainda durante a manifestação, houve um ato criminoso da Polícia Militar contra dois manifestantes, os militares abordaram e tentaram prendê-los. O ato finalizou-se por volta de 12 horas.

Também houveram manifestações nas cidades de Anápolis, Catalão, Itumbiara, Jataí e Rio Verde.

Manifestantes levaram uma grande faixa contra o governo militar genocida de Bolsonaro e exigindo a liberdade dos camponeses presos políticos em Rondônia. Foto: Banco de Dados AND

Também foram levadas faixas e cartazes pedindo a liberdade dos quatro presos políticos do acampamento Manoel Ribeiro (Rondônia), Stefane, Ricardo, Ezequiel e Luiz Carlos, bem como, condenando os ataques ilegítimos e absurdos do Presidente Bolsonaro a Liga dos Camponeses Pobres (LCP) e ao próprio acampamento Manoel Ribeiro.

Ainda durante a manifestação, houve um ato criminoso da Polícia Militar contra dois manifestantes, onde abordaram e tentaram prendê-los. O ato finalizou por volta de 12 horas.

Também houveram manifestações nas cidades de Anápolis, Catalão, Itumbiara, Jataí e Rio Verde.

Manifestantes exibem a palavrara de ordem: Rebelar-se é justo!

Bahia

Em Salvador, no estado da Bahia, os trabalhadores e estudantes caminharam com faixas e cartazes denunciando os crimes do governo militar genocida. Foto: Reprodução

O ato em Salvador iniciou-se às 14h com os manifestantes marchando do Campo Grande até o Farol da Barra e contou com dezenas de milhares de pessoas indo às ruas

Durante o ato foram vistos fantoches, cartazes, faixas e pichações em bancos e paredes que denunciavam o governo militar genocida de Bolsonaro.

Também foram vistos cartazes em apoio aos 4 presos políticos da LCP em Rondônia. Uma faixa assinada pela Unidade Vermelha - Liga Da Juventude Revolucionária (UV-LJR) trazia a consigna Abaixo o Governo Militar Genocida de Bolsonaro.

Em Salvador, manifestante exibe cartaz em defesas dos camponeses presos políticos em Rondônia. Foto: Banco de Dados AND

Também durante o percurso foi registrada uma pichação com os dizeres “Viva a LCP! Morte ao Latifúndio!

O Comitê de Apoio - Salvador (BA) vendeu 30 edições do jornal AND durante para os manifestantes presentes no ato.

Pichação em apoio a LCP foi encontrada durante ato em Salvador. Foto: Banco de Dados AND

Paraíba

Paraibanos se concentraram no centro de João Pessoa para protestar contra o governo militar genocida. Foto: Banco de Dados AND

Em João Pessoa, a concentração para a marcha, contra o governo militar dos generais e de Bolsonaro e o genocídio impetrado contra a população brasileira, se iniciou as 9h30m, em frente ao Liceu Paraibano, no centro da capital do Estado. Por volta de 10h30m, os manifestantes seguiram com destino ao Largo do Ponto de Cem Réis.

Durante a concentração e caminhada podiam ser vistas e ouvidas, respectivamente, faixas e falas denunciando o genocídio sofrido pela população brasileira, durante a pandemia, exigindo vacina para o povo, contra a intervenção federal na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que tem um reitor não votado, nomeado por Bolsonaro, também foram denunciadas as patranhas do governo e do latifúndio contra os camponeses e contra o genocídio dos povos indígenas.

Se destacaram na manifestação do dia 3 de julho, em João Pessoa, a grande presença do movimento camponês e dos índios Tabajaras, que carregavam faixas contra o PL 490, que determina que só podem ser demarcadas terras sob posse dos povos indígenas no exato dia da promulgação da Constituição Federal, surrupiando da história brasileira o massacre e pilhagem de quase 500 anos até esta data. 

O ato, que contou com mais pessoas que o do dia 19 de junho, mostra o crescimento do repúdio ao governo militar dos generais e de Bolsonaro, em João Pessoa e na Paraíba, como um todo, e reuniu milhares de pessoas. O fim da marcha, no largo do Ponto de Cem Réis ocorreu por volta de 12h, onde os manifestantes permaneceram mais algum tempo e depois se dispersaram.

Maranhão

Em São Luís, capital do Maranhão, os manifestantes se concentraram por volta de 8h da manhã, na Praça Deodoro, no centro histórico da cidade.

O protesto seguiu em passeata pela rua Rio Branco, também no centro. Após a juventude combatente maranhense travar uma luta ideológica contra os oportunistas presentes no ato, os trabalhadores e estudantes decidiram ocupar a ponte São Francisco.

Durante o ato manifestantes levaram várias faixas e cartazes contra o governo militar de Bolsonaro/generais e a favor da LCP e dos quatro camponeses presos políticos em Rondônia. Uma das faixas exclamava: "Nem Bolsonaro, Nem Mourão e Fora Forças Armadas Reacionárias! Vacina Para o Povo Já! Auxílio Emergencial de R$ 1000 reais até o fim da pandemia!

Amazonas

Em Manaus, povos indígenas se juntaram ao protesto contra o governo que aprofunda o genocídio indígena. Foto: Arlesson Sicsú

Em Manaus o ato iniciou por volta das 16h (horário do Amazonas) diferente dos atos anteriores o ato ficou parado na Praça da Saudade, centro de Manaus, por volta das 19h foi encerrado.

No entorno da praça e nas ruas próximas havia ostensivo policiamento. Em alguns momentos a Polícia Militar realizava fotografias dos presentes no local.

Em jornada pela demarcação das Terras Indígenas, estiveram presentes no ato lideranças indígenas.

De acordo com a Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua) foram realizados também atos nas cidades do interior do Amazonas. Em Humaitá o ato iniciou às 17h na Praça da Matriz. Em Parintins ocorreu por volta das 16h na Praça da Catedral. Em Itacoatiara o ato iniciou às 16h próximo a barreira.

Pará

Em Belém, milhares marcharam pelas ruas da capital paraense contra o governo Bolsonaro/generais. Foto: TV Liberal

Em Belém, o ato iniciou por volta das 8h (horário de Brasília) na Praça da República, bairro da Campina e de lá seguiu pela avenida Assis de Vasconcelos, Boulevard Castilho França, mercado municipal Ver - o - Peso até a Praça do Relógio no bairro do Comércio.

Foram registrados atos também nas cidades de : Cametá, Marabá, Santarém e Altamira.

Acre

Em Rio Branco, o ato iniciou-se por volta das 16h (horário do Acre) em frente ao Palácio Rio Branco, sede do governo estadual, e por volta das 19h foi encerrado. Assim como em Manaus, o ato não percorreu as ruas da cidade e também houve montagem de palco.

Foram registrados atos também nas cidades de Epitaciolândia, na Praça do Skate.

Amapá

Em Macapá, capital do estado do Amapá,  manifestantes também percorreram as ruas da cidade em repúdio ao governo genocida. Foto: Nixon Frank

Em Macapá o ato iniciou-se por volta das 17h (Horário de Brasília) na Praça da Bandeira seguindo até a Fortaleza de São José, centro de Macapá. Por volta das 18h30m o ato foi encerrado.

Os atos ocorreram em todas as capitais dos 26 estados da federação e também em cidades do interior. É o terceiro grande ato nacional contra o governo militar genocida de Bolsonaro/generais em um período de três meses.

Santa Catarina

Em Florianópolis, milhares de pessoas se concentraram na praça Tancredo Neves para protestar contra o governo militar. Foto: Banco de Dados AND

O ato em Florianópolis, capital catarinense, teve início às 9:30 da manhã , com concentração na praça Tancredo Neves em frente à Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC) e percorreu o centro da cidade.

Essa foi a manifestação contra o governo militar genocida de Bolsonaro e generais com maior participação popular em Florianópolis. O trajeto percorrido pelos manifestantes foi mais longo que o usual com o ato tendo fim por volta de 12h, no Largo da Alfândega.

O Coletivo Onças Pintadas marchou em um bloco composto com a Federação das Organizações Sindicalistas Revolucionárias do Brasil (FOB), o Sindicato Geral Autônomo - SC (SIGA) e apoiadores, carregando bandeiras próprias do coletivo e uma faixa com os dizeres “Contra o Genocídio Rebelar-se é Justo!”. O bloco usou palavras de ordem próprias, sem ficar a reboque de outras organizações.

Durante a manifestação, o Coletivo distribuiu panfletos em defesa da Liga dos Camponeses Pobres (LCP), denunciando os crimes do latifúndio e os recentes ataques do governo Bolsonaro contra os camponeses em luta. Os panfletos foram bem recebidos pelos manifestantes e transeuntes, dos quais alguns já conheciam a LCP e apoiavam a luta pela terra.

Na cidade de Garopaba, a manifestação teve início às 15h, com uma passeata, carreata e motociata que percorreu boa parte da região central da cidade. Foram contabilizados a presença de aproximadamente 80 carros, ainda sem uma estimativa de manifestantes presentes.

Os manifestantes bradavam gritos demandando o fim do governo de Bolsonaro e seus generais e exigindo vacinas e auxílio emergencial  para toda a população. Conforme avançavam pela cidade, os manifestantes eram aplaudidos e apoiados pelos demais cidadãos garopabenses, que em grande número foram se juntando ao ato.



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