Marreta: 30 de julho: Dia do trabalhador da construção de Belo Horizonte

Marreta divulga Informativo em celebração ao dia do trabalhador da construção e convoca o povo à luta. Foto: Reprodução

Recebemos em nossa redação uma edição do Informativo Oficial do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Belo Horizonte e Região (Marreta), em que os operários comemoram o dia 30 de julho, dia do trabalhador da Construção de Belo Horizonte, chamando todos os operários a Preparar a Greve Geral de Resistência Nacional com um a proposição de um programa e plano de unidade de ação.

A publicação expõem o que foi a Grande Greve dos Operários da Construção de Belo Horizonte em 1979, que neste 30 de julho de 2022 completa seus 43 anos, afirmando que é parte da história do movimento sindical classista do país. Os operários apontam que esta foi uma luta fundamental no contexto do regime militar fascista que despertou milhares de operários e outros setores do povo trabalhador do país, especialmente em Minas Gerais, que levantou alto a bandeira independente, classista e combativa que seguiu combatendo a traição dos oportunistas durante todo este tempo.

O movimento operário também denuncia a farsa eleitoral, convocando todo o povo a preparar a Greve Geral de Resistência Nacional contra a situação de miséria, de fome e enganação promovida pelo atual governo dentro de uma crise do capitalismo burocrático do velho Estado de grandes burgueses e latifundiários, submissos ao imperialismo ianque (Estados Unidos, USA). É neste contexto que as massas se levantam por melhores salários, melhores condições de trabalho e, segundo o Marreta, "é preciso dar uma luta maior para derrotar as políticas que causam o sofrimento dos trabalhadores e das massas no campo e cidade".

Leia na íntegra abaixo o Informativo, ou tenha acesso à ele em formato PDF clicando aqui.


30 DE JULHO

Dia do Trabalhador da Construção de Belo Horizonte

Talvez muitos companheiros e companheiras que estão lendo esse jornal não tivessem nascido quando estourou a Grande Greve dos Operários da Construção de 1979 em Belo Horizonte. Outros terão ouvido falar, e alguns ainda tiveram a oportunidade de participar daquela grande batalha da classe.

Essa é a nossa história, e todos precisam conhece-la.

Na região do Barreiro, principal centro operário de Belo Horizonte/Contagem os metalúrgicos da Mannesman, ocuparam as instalações da siderúrgica em 23 de maio na troca de turno da noite e, por 13 dias, tomaram o alto forno e o setor do Gasômetro. Essa luta combativa enfrentou o regime militar-fascista e conseguiu arrancar 10% de reajuste e pôr fim ao famigerado Turno das 7 Letras, odiado por todos operários.

Naquele mês de maio, estava em curso uma combativa greve que mobilizou professores na capital e em mais de 400 municípios, exigindo melhores salários e condições de trabalho, na rede estadual de ensino. Os professores enfrentaram grandes batalhas, resistindo por 41 dias contra o regime militar-fascista, que declarou a greve ilegal. O marco dessa greve, foi a criação da União dos Trabalhadores do Ensino (UTE), que no Congresso da categoria, realizado em novembro de 1979, elegeu a sua 1ª diretoria e o seu Estatuto.

Em junho, os trabalhadores rodoviários, deflagraram greve. Acuados os patrões fizeram acordo apenas com os motoristas, deixando de fora os cobradores, que se levantaram em revolta forçando a patronal a recuar.

Sob a forte influência dessas lutas, levantaram-se também os trabalhadores dos Correios, dos bancários e comerciários de BH. Em outubro, os metalúrgicos da FIAT, em Betim, deflagraram greve em outubro de 1979. Nessa greve, ao tentar se defender dos ataques da cavalaria, o operário Guido Leão foi morto – atropelado por um ônibus, que conduzia a tropa militar. E em São Paulo, no dia 30 de outubro, foi assassinado pela Polícia Militar, o operário Santo Dias, em frente à fábrica Sylvania, na Zona Sul de São Paulo.

É nesse ambiente de grandes mobilizações e lutas que os operários da construção de Belo Horizonte deflagram a histórica greve da categoria que que parou a cidade e fez tremer a reação. Essa grande greve também cobrou sua cota de sangue: o companheiro Orocílio Martins Gonçalves, tombado pelas balas assassinas do regime militar-fascista. Honremos seu sangue e a nossa história! Viva a Luta Classista e combativa!

Viva a Grande Greve dos operários da Construção de Belo Horizonte!

A Grande Greve dos Operários da Construção de Belo Horizonte em 1979, que completa 43 anos neste 30 de julho, é um marco na história do STICBH/MARRETA e do movimento sindical classista em nosso país.

Grave crise

Assim como ocorre hoje, em 1979 o país atravessava por uma profunda crise. Os trabalhadores enfrentavam o desemprego, arrocho salarial e a carestia de vida. O regime militar-fascista, imposto através de um golpe arquitetado e patrocinado pelo imperialismo ianque (Estados Unidos) em 1964 reprimia brutalmente as massas em luta. O movimento sindical e operário mais combativo lutava em duras condições, não existia direito de greve ou manifestação. Os dirigentes e ativistas mais combativos lutavam na clandestinidade.

Onda de revoltas

No ano de 1978, na região do ABC paulista, estourou uma massiva e combativa greve de operários que atiçou à luta milhões de trabalhadores em todo o país. Em Contagem, os operários metalúrgicos da Mannesman se levantaram em uma vitoriosa greve. Ocuparam a siderúrgica por 13 dias, sob a direção classista e combativa, do companheiro Albenzio (Boné) arrancando 10% de reajuste, erguendo bem alto a bandeira da derrubada do regime militar-fascista. Nela, forjou-se a direção que deu origem ao Grupo Marreta, composto dos operários mais conscientes da classe, organizados de forma clandestina.

O Grupo Marreta na Construção Civil se forjou no fogo da luta de nossa histórica greve de 1979, se opondo ao peleguismo do interventor Francisco Pizarro, lutando por melhores condições e contra o regime militar-fascista no Sindicato.

Nos meses que antecederam a greve na construção, outras categorias como os comerciários, professores e trabalhadores rodoviários também deflagraram greves em Belo Horizonte.

Os operários da construção exigiam: “Salário de CR$5.000,00 para serventes, CR$8.000,00 para oficiais, CR$12.000,00 para encarregados e CR$ 20.000,00 para mestres-de-obras. Registro em carteira de trabalho. Proibição da redução salarial na troca de emprego. Aviso prévio de 30 dias, independentemente da forma de pagamento (se semanal, quinzenal ou mensal).”

Ela foi marcada por grandes protestos nas ruas e verdadeiros bailes dos operários nas forças de repressão, que rodava a cidade feito barata tonta.

Explode a greve

No dia 30 de julho, um combativo protesto tomou as ruas da cidade. O comércio baixou as portas. A população saudava a grande manifestação jogando papel picado das janelas dos prédios, os carros buzinavam. Belo Horizonte parou diante da organização e combatividade dos pedreiros, serventes, armadores, carpinteiros, e demais operários da construção civil.

O antigo campo do Atlético MG, onde hoje fica o Shopping Diamond Mall, estava com os portões fechados. Isso não foi problema. As grades foram arrancadas e usadas como escudo e espada para rechaçar as tropas da repressão.

O companheiro Orocílio Martins Gonçalves (foto abaixo), tratorista de 24 anos, foi covardemente assassinado por um tiro no peito, disparado pela polícia de Francelino Pereira (então governador), na tentativa de intimidar a categoria. Mas o resultado foi o oposto. A categoria se ergueu em fúria e respondeu com paus, pedras e o que mais estivesse ao alcance rechaçando as forças de repressão. A cidade virou uma praça de guerra e eram os operários que davam as ordens. Nas assembleias, os operários desmascararam os pelegos e fizeram valer a sua palavra e decisão.

Pelego-mor Lula tenta acabar com a greve

Desesperados, governo, patrões e pelegos acionaram o pelego-mor Luiz Inácio da Silva (Lula) para “controlar a massa enfurecida”. Mas nem a repressão e nem a ação dos pelegos foi capaz de derrotar a greve. Com o apoio do Grupo Marreta, dos companheiros metalúrgicos da Mannesman, professores e rodoviários, os trabalhadores da construção civil fizeram o Tribunal Regional do Trabalho a reconhecer a legalidade da greve. Foi uma grande demonstração de força e vitória da luta da classe!

MARRETA neles!

A greve durou cinco dias de 30/07 a 03/08. Todas as obras pararam!

A luta dos operários fez ecoar pelas ruas da cidade as palavras de ordem: “QUEREMOS SALÁRIO PARA ACABAR COM A FOME”, “INTERVENÇÃO DA POLÍCIA MATA TRABALHADOR”, palavras de ordem como “NÓS CONSTRÓI, NÓS DISTRÓI!” e “ABAIXO A DITADURA!” e “SE O SALÁRIO NÃO SUBIR NINGUÉM VAI CONSTRUIR!”.

Essas batalhas forjaram a direção classista que, em meio a lutas, fracassos e vitórias, construiu a linha classista e combativa que veio a fundar a Liga Operária, o MARRETA e outras organizações classistas, democráticas e revolucionárias em Belo Horizonte e em todo o país, no campo e cidade, na luta por uma verdadeira e Nova Democracia.

Classismo versus conciliação de classes

Nas grandes lutas do ABC paulista, maior centro industrial do país, as massas deram grandes demonstrações de combatividade e decisão. Assim como os operários de Belo Horizonte, porém a massa foi traída pelo oportunismo eleitoreiro. A traição da linha oportunista que se consolidou e cristalizou-se no PT e na CUT principalmente, ao longo de décadas migrou do discurso radical à adulação dos patrões e banqueiros, que cooptou as centrais sindicais e pavimentou o caminho para a imposição da “reforma trabalhista” e outras medidas antioperárias, antipovo e vende-pátria que têm sido aplicadas pelos sucessivos governos de turno.

O caminho classista e combativo

O MARRETA e a Liga Operária seguem lutando para defender e aplicar os princípios da luta classista e combativa sem nunca abandonar as massas, nas vitórias ou nas derrotas, mirando sempre o futuro luminoso da humanidade.

Seguindo dessa forma, mirando o exemplo da Grande Greve dos operários da construção de BH, honrando seu legado, elevando o nome do companheiro Orocílio, para que todos saibam que ele sempre estará presente em nossas lutas!

Greves e lutas de massas no Brasil e em todo o mundo

A crise do imperialismo agrava-se formidavelmente. Somente nos últimos meses foi desatada a guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia. As movimentações do Estados Unidos como superpotência única hegemônica pela manutenção e ampliação de sua influência. A queda do primeiro ministro no Reino Unido e o assassinato do ex-Primeiro-ministro do Japão em um comício.

No Brasil, como parte da crise geral do imperialismo, aprofunda-se ainda mais a crise do capitalismo burocrático. A medida em que aproxima-se a farsa eleitoral, todas as contradições se avolumam. A extrema direita açula suas hostes para avançar em seu processo de golpe de Estado militar contrarrevolucionário preventivo ao inevitável levantamento de massas enquanto a “esquerda” eleitoreira chafurda em seu lamaçal da conciliação de classes, legitimando essa farsa que nada serve ao povo.

Em todo o mundo, milhões de massas de operários, camponeses, estudantes, trabalhadoras e trabalhadores se levantam contra a crise e a exploração, contra a dominação imperialista e contra os governos reacionários, antipovo e vende-pátria.

Em todos os continentes, as lutas das massas erguem em grandes labaredas. No nosso continente, de forma particular, ocorreram massivos e combativos protestos populares e greves no Equador, Chile, Venezuela, Uruguai, Paraguai, Argentina, Peru e Colômbia.

Em Belo Horizonte, nós realizamos greves nas principais obras de luxo na construção civil, no início do ano de 2022, quebrando o silêncio dos monopólios de comunicação, mostrando força, organização e elevando a moral de todos nos canteiros de obras e fábricas.

Vivemos momentos de intensa luta em vários setores na capital e Região Metropolitana: petroleiros, metalúrgicos, professores, estudantes, trabalhadores rodoviários, etc.

Moradores de bairros da periferia se levantam em lutas localizadas pelo direito a moradia, saneamento e contra a violência policial. Os Comitês Sanitários de Defesa Popular, organizados pelas massas em meio a luta contra a pandemia, desenvolvem-se e mantém a mobilização, politização e organização do povo em lutas nos bairros, vilas e favelas, no campo e cidade, e em lutas de grande importância como a do povo de Ouro Preto contra a Saneouro (empresa sul-coreana) que quer impor a cobrança de taxa de água naquela cidade.

Camponeses, indígenas e remanescentes de quilombolas resistem à mineração predatória e às incursões criminosas do latifúndio e seus bandos paramilitares e aparatos policiais. Respondem à guerra civil reacionária desatada pelo velho estado com intrépida resistência.

Colocando em ação a consigna de que: Rebelar-se é justo! Essas lutas vão se espalhando por todo o país, forjando suas direções classistas, no combate ao oportunismo e aos reacionários de forma inseparável.

As massas cobram das suas respectivas direções uma tomada de posição. Para enfrentar o governo reacionário de Bolsonaro e generais, as reformas antioperárias e suas medidas antipovo e vende pátria é preciso elevar a organização da classe, desenvolver e fortalecer a Aliança Operário-Camponesa, construir a unidade classista, edificar núcleos da luta classista nos locais de trabalho e nos bairros, mobilizar as massas, apoiar suas iniciativas e fortalecer a luta por Preparar a Greve Geral de Resistência Nacional.

Abaixo a farsa eleitoral!

Preparar a Greve Geral de Resistência Nacional!

A crise do capitalismo burocrático – esse sistema de grandes burgueses e latifundiários, submisso ao imperialismo, principalmente aos Estados Unidos, chega a níveis nunca vistos.

O povo está cada vez mais empobrecido e sofre com a fome. Mais de 60 milhões de brasileiros estão em situação de completa penúria, não têm comida todos os dias. Saúde, educação, transporte e demais serviços públicos foram totalmente precarizados.

A miséria atinge milhões. Cada dia tem mais gente vivendo nas ruas porque não tem mais como pagar o aluguel. Combustíveis, gás, carne, alimentos básicos como arroz, óleo, feijão, está tudo custando o olho da cara.

Legiões de desempregados e trabalhadores informais buscando desesperadamente o pão de cada dia, e os trabalhadores formais (com carteira) tiveram praticamente todos os seus direitos retirados ou mutilados com a “reforma” trabalhista e da previdência. Bolsonaro, o falastrão, fala que “o povo vai ter que escolher, entre direitos ou empregos” enquanto os reacionários e oportunistas novamente vêm chamar o povo para votar.

Camponeses, povos indígenas e remanescentes de quilombolas levantam-se em luta pela terra e seus territórios ancestrais enfrentando pistoleiros, bandos paramilitares e policiais. Respondem ao assassinato de lideranças e massas com mais luta.

Nas vilas e favelas e rincões de nosso país, a guerra civil reacionária promovida pelo velho Estado e suas forças de repressão promovem impunemente chacinas e os mais bárbaros crimes contra o povo.

As massas resistem

Existe uma lei da luta de classes: “onde há opressão, há resistência”. E as massas resistem.

Greves e lutas das massas por direitos têm se levantado todos os dias. Há vitórias e revezes. E a cada luta fica mais claro que é preciso avançar mais na organização e na consciência de classe. É preciso construir a unidade em meio a luta para dar consequência e defender o que foi conquistado.

A luta por melhores salários, por melhores condições de trabalho, etc. é importante, mas é preciso dar uma luta maior para derrotar as políticas que causam o sofrimento dos trabalhadores e das massas no campo e cidade.

Abaixo a farsa eleitoral

As classes dominantes se dividem quando brigam por seus interesses. Mas na hora de reprimir e explorar o povo, todos se unem. De 2 em 2 anos, eles oferecem a farsa eleitoral para dar uma demão de cal na fachada podre desse velho Estado. Prometem mundos e fundos e como diz Bezerra da Silva “hoje pedem seu voto e amanhã mandam a polícia lhe prender”.

O MARRETA tem uma posição clara que é defendida há muitos anos e que reafirmamos: ELEIÇÃO É FARSA! Nossa posição é de que os trabalhadores devem boicotar ativamente esse sistema político que só causa prejuízos ao povo.

Preparar a Greve Geral de Resistência Nacional

O MARRETA, a Liga Operária e outras organizações classistas, democráticas e populares têm se empenhado ao longo dos últimos anos em convocar e Preparar a Greve Geral de Resistência Nacional.

Defendemos ser esse o caminho para fazer frente às políticas já implantadas, como as “reformas” trabalhista e da Previdência e outras medidas antipovo e vende-pátria em curso no campo e cidade que a cada dia aumentam o sofrimento e exploração das massas.

Preparar a Greve Geral em defesa dos interesses imediatos, econômicos, sociais, políticos e culturais, através da mobilização permanente por estabelecer um programa de lutas, para o qual se faz necessário um plano de unidade de ação.

Reforçamos nossa proposição para avançarmos no debate sobre o seguinte programa e plano de unidade de ação:

1) PREPARAR A GREVE GERAL DE RESISTÊNCIA NACIONAL

- pela revogação da “reforma trabalhista”;

- contra a “reforma da previdência”;

- terra para quem nela vive e trabalha;

- contra as medidas anti­povo e vende-pátria;

- em defesa do direito de greve e da liberdade de manifestação e de organização;

- contra a intervenção militar e repressão aos pobres da cidade e do campo.

2) Constituir plenárias de entidades sindicais e organizações do movimento camponês por Estado e municípios, como fóruns de mobilização, luta e para criar comandos municipais e estaduais e, a partir deles, eleger um comando nacional para dirigir a greve geral.

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

Nunca recebemos um centavo de bancos ou partidos eleitoreiros. Todo nosso financiamento sempre partiu do apoio de nossos leitores, colaboradores e entusiastas da imprensa popular e democrática. Nesse contexto em que as lutas populares tendem a tomar novas proporções é mais do que nunca necessário e decisivo o seu apoio.

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