FRDDP emite panfleto e cartazes como parte da Semana dos Mártires convocada pelo PCI (Maoista)

Reproduzimos cartaz assinado pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP - Brasil) por ocasião da Semana dos Mártires convocada pelo Partido Comunista da Índia (Maoista) datada de 28 de julho a 03 de agosto de 2022.

A versão para impressão do cartaz e ampla difusão pode ser acessada em PDF nas opções colorida e preto e branca.

Você também pode conferir o panfleto neste link, em PDF.

Confira o texto do panfleto abaixo.

No cartaz assinado pela FRDDP sobre a Semana dos Mártires convocada pelo PCI (Maoista), Kanhai Chatterjee e Charu Mazumdar. Foto: Reprodução

Proletários de todos os países, uni-vos!

Semana dos Mártires:

Honra e glória ao PCI (Maoista) e aos heróis e heroínas da Revolução Indiana

O Partido Comunista da Índia (Maoista), que dirige e heroica e invencível Guerra Popular pela conquista do Poder para o proletariado e as massas populares na revolução de nova democracia ininterrupta ao Socialismo naquele país, construiu um poderoso exército popular, o Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), que defende os interesses populares e se opõem ao Estado reacionário indiano, que serve aos interesses dos capitalistas burocráticos, latifundiários e ao imperialismo estrangeiro.

O EGPL levanta as massas para a luta e as organiza para lutar com armas nas mãos para destruir o Estado reacionário e construir um novo, que sirva aos povos da Índia e não aos sanguessugas.

Hoje, em diferentes partes do campo da imensa geografia do país, foram criados comitês populares revolucionários. Nesses comitês populares se distribuíram a terra a quem nela trabalha, foram abolidas todas as leis reacionárias, a opressão contra a mulher é ferozmente combatida e os governantes das massas são as próprias massas. Uma nova sociedade está nascendo em meio à velha. Esses comitês populares revolucionários contam agora com milhões de pessoas que vivem neles e, em seu conjunto, converteram-se em florescentes bases de apoio da Revolução Indiana.

Seguindo o caminho de cercar as cidades pelo campo, a Guerra Popular avança, por caminhos escarpados, até a conquista do Poder político no segundo país mais populoso do mundo. Essa árdua e prolongada luta, dirigida por um verdadeiro Partido Comunista marxista-leninista-maoista, é um poderoso farol de esperança e inspiração para todos os que querem ver o fim do grilhão imperialista e que lutam pela construção de uma sociedade livre de opressão e exploração.

ABAIXO A GUERRA CONTRA O POVO!

O velho Estado indiano, como máquina burocrático-militar a serviço dos inimigos do povo, fez tudo o possível para afogar em sangue a luta das massas, independentemente da fração das classes dominantes que ocupou os postos de governo; não houve, nem pode haver, outro caminho para eles que não desatar suas operações de guerra contrarrevolucionária contra a maré que avaça do movimento popular em geral, e sua ponta de lança, o movimento revolucionário dirigido pelo PCI (Maoista), em particular.

O notório regime reacionário e genocida encabeçado por Modi, infame no mundo por coisas como seus vis crimes contra os muçulmanos na Índia e sua misoginia rampante, evidentemente não fica atrás deste sujo empreendimento.

Operação Caçada Verde”, “SAMADHAN” e “Prahar” são nomes de campanhas reacionárias que levam a cabo segundo o conceito imperialista de “Guerra de Baixa Intensidade”, que não só incluem medidas militares (genocídio e repressão contundentes), como também componentes “sociais” (como o “socorro e assistência” por parte dos defensores armados da velha ordem, isto é, utilizando a fome e a miséria das massas como arma) e a guerra psicológica (difundindo rumores, mentiras e medo). O regime de Modi utiliza todas essas “táticas” enquanto promove o comunalismo bramânico hinduísta mais chauvinista. Em seu mórbido empenho, utiliza inclusive o Exército e a Força Aérea da Índia contra o povo. Um exemplo recente e pérfido são os bombardeios aéreos massivos contra as massas em Chhattisgarh, em 15 de abril deste ano, quando foram utilizados mais de 50 drones. Todas essas ofensivas dos inimigos do povo só demonstram sua impotência contra a Guerra Popular, e definitivamente, só trará uma amarga colheita, com a crescente incorporação de combatentes para as fileiras revolucionárias.

EMPREENDER UMA VIGOROSA SEMANA DOS MÁRTIRES

Neste cenário que o Partido Comunista da Índia (Maoista) convocou, para os dias 28 de julho a 3 de agosto, a Semana dos Mártires, como uma campanha especial de mobilização política de massas e ações militares para denunciar os crimes abjetos do velho Estado indiano e esclarecer a situação da Revolução Indiana aos operários, camponeses, estudantes e demais setores do povo, além dos democratas da Índia e do mundo. Além disso, é um chamado para levantar bem alto a bandeira vermelha dos heróis e heroínas da Guerra Popular, que deram generosamente sua vida pela causa comum da libertação do povo e da nação indiana da cadeia imperialista. Dentre eles destacam-se, grandemente, os chefes históricos do PCI (Maoista): Charu Mazumdar e Kanhai Chatterjee, que em suas vidas de abnegação total à causa do povo, representam todos os heróis da Revolução Indiana.

Há que se apoiar a heroica luta das forças revolucionárias, dirigidas pelo PCI (Maoista), e difundir a informação sobre a Guerra Popular para todas as forças progressistas e para a opinião mundial, em geral. A bandeira da revolução indiana deve manter-se no alto com firmeza e servir como grito de guerra contra o imperialismo e todos seus cupinchas. Temos que denunciar o caráter genocida do velho Estado e do regime que o encabeça. A repressão e a perseguição contra o movimento popular, as minorias nacionais, os “dalits” e todos os outros setores das massas oprimidas devem ser combatidas com solidariedade prática. Temos que nos opormos à supressão dos direitos democráticos básicos, como a liberdade de expressão. A solidariedade com os milhares e milhares de presos políticos deve ser reforçada e os casos de destacados intelectuais progressistas, como o poeta Varavara Rao e o professor G.N. Saibaba não devem ficar desatendidos por ninguém que queira ser defensor dos direitos do povo. Enfim, mobilizar as forças democráticas e revolucionárias e bradar a plenos pulmões:

VIVA A GUERRA POPULAR NA ÍNDIA!

VIVA O PARTIDO COMUNISTA DA ÍNDIA (MAOISTA)!

ABAIXO O IMPERIALISMO!

PROLETÁRIOS E POVOS DO MUNDO, UNI-VOS!

Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (Brasil)

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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