Palestina: Jovens resistem à operação do Exército sionista

O Exército israelense foi confrontado pela juventude palestina, durante uma operação de busca e apreensão em Beit Rima, no norte de Ramallah, no dia 10/08.

As operações em Ramallah são rotineiras e conhecidas pela bárbara e gratuita violência empreendida contra os moradores, atiçando o desejo de resistência principalmente dos mais jovens.

Na ocasião, o Exército atirou com balas de aço revestidas com borracha e gás lacrimogêneo, e os jovens responderam com pedras e paus.

Ao menos cinco jovens manifestantes foram feridos nas pernas e levados ao hospital governamental de Salfit. Um dos jovens teve sua perna mutilada pelas balas de aço.

Contra o isolamento de aldeia

Este não foi o único confronto entre a juventude palestina e o Exército sionista neste agosto.

No dia 04/08, dois palestinos foram feridos durante um protesto na aldeia de Kafr Qaddum, na zona ocupada de Qalqilya.

O Exército sionista interveio deliberadamente para encerrar a manifestação, atirando com balas de aço, bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo.

Os protestos em Qalqilya são realizados semanalmente contra a desapropriação das terras e o isolamento da aldeia pelo Estado sionista, desde 2011.

O plano do Estado sionista é fechar permanentemente a estrada sul da aldeia, que leva à cidade de Nablus, importante centro comercial.

Desde 2003, com a ampliação do assentamento sionista de Kedumim, o Exército bloqueia a estrada e impede o livre trânsito dos palestinos, inclusive debilitando sua atividade econômica.

Centenas de palestinos foram detidos durante estas manifestações semanais desde 2011. Entidades democráticos denunciam que pelo menos um foi assassinado, 84 feridos a tiro, incluindo 12 crianças. Os números apontam ainda que cerca de 120 foram detidos e mantidos presos por períodos que variam de quatro meses a 8 anos.

Juventude se rebela contra plano sionista para isolar aldeia de Kafr Qaddum 

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