Chile: Revolucionários convocam o boicote eleitoral

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Ativistas lançaram bombas de tinta e picharam os muros da sede do Serviço Eleitoral do Chile, em Santiago, com palavras de ordem que exortavam a população a boicotar as eleições e rechaçar as promessas eleitoreiras. A ação foi realizada sob a consigna de Nem constituinte, nem eleições! O povo se organizará para a Revolução!, no dia 14 de novembro.

Os mesmos também distribuíram panfletos convocando a população a não votar e a lutar pela revolução, denunciando o caráter antipovo de todos os partidos políticos que só almejam os cargos do velho Estado para atendimento de seus interesses individuais e dos interesses de seus grupos de poder.

Atualmente o país se encontra em processo eleitoral e os candidatos ao velho Estado Sebastian Pinera e Alejandro Guillier irão disputar o cargo para presidência semicolonial no segundo turno, previsto para o dia 19/12.

Mapuches são barbaramente atacados

Policiais atacaram e invadiram sem ordem judicial a comunidade mapuche Yijun Mapu, no dia 09/11, na zona de Pidenco, comuna de Ercilla. Fortemente armados e mascarados, os policiais violentaram covardemente os mapuches que realizavam trabalho comunitário.

Em entrevista, um dos mapuches relata que o aparato repressivo chegou com aviões e helicópteros disparando bombas de gás lacrimogêneo contra a população que estava no local. Além disso, alguns outros agentes da repressão chegavam em caminhonetes encapuzados e apontando suas armas contra a população. Apesar disso, os mapuches demonstraram coragem e resistiram no local, no intuito de defender seu sagrado direito à terra e à vida.
O povo Mapuche vive em condições precárias, mas se apoiando no coletivo buscam os recursos mais básicos para a sua sobrevivência, como luz e água. Em contrapartida, o velho Estado tem como política o fustigamento dos mapuches, no interesse de entregar a região originalmente pertencente a este povo ao latifúndio e às transnacionais madeireiras.

“Eles chegam e entram sem nenhum mandato, apontando e disparando, nos amedrontam e nos acusam de ‘terroristas’, sendo que, ao fazer isso com o povo eles são os verdadeiros terroristas.”, afirma um dos mapuches.

Os mapuches repudiam o trabalho do governo junto com a polícia e fazem um chamado à população apoiar sua luta pelo direito à terra e também denunciam as prisões políticas.

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