Revolucionários boicotam referendo no Equador

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A Frente de Defesa das Lutas do Povo (FDLP) aplicou um boicote ativo contra o referendo convocado pelo gerente do governo semicolonial, Lenín, Moreno. A campanha de boicote, denominada “Camarada Pierre” – em homenagem ao falecido dirigente maoista francês –, contou com a participação de camponeses.

Os camponeses que atuaram na campanha são organizados pelas bases Norte e Centro do Comitê Popular Camponês. Além deles, segundo a FDLP, três caixas de panfletos foram distribuídos na capital do país, Quito, por Guardas Vermelhos.

No total, foram realizadas diversas ações de embandeiramento (penduras bandeiras em locais públicos), bloqueio de rodovias, panfletagens e colagem de cartazes, todas sob a consigna de Boicotar a consulta!.

“Fiéis ao marxismo-leninismo-maoismo, ao pensamento gonzalo e à necessidade de preparar as condições para desatar a guerra popular no país, os elementos conscientes da classe, do povo e do campesinato pobre convocaram as massas a boicotar a consulta.”, declararam em nota publicada na internet.

O referendo

O referendo propôs discutir alguns pontos, como: inelegibilidade para condenados por corrupção, impossibilidade de mais de uma reeleição, proibição de mineração de metais em áreas protegidas, a revogação da lei orgânica para evitar a especulação sobre o valor de terras, entre outras. O vencedor foi o “sim”, com 64% dos votos.

Conforme apontaram os revolucionários equatorianos, o resultado fortalece a grande burguesia compradora e seus grupos na poder na disputa política contra a outra fração, a burocrática. O maior derrotado politicamente é o reacionário Rafael Correa, ex-gerente do país e desgraçado pelas investigações sobre corrupção de seu governo.

Foto veiculada pelos revolucionários em fdlp-ec.blogspot.com

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