INTERVENÇÃO: Comandante do Exército sugere que crimes militares não sejam investigados por civis

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O comandante e general do Exército, Eduardo Villas Bôas, afirmou durante a reunião do Conselho da República, dia 19/02, que é preciso dar aos militares “garantia para agir sem o risco de surgir uma nova Comissão da Verdade”.

A Comissão da Verdade, embora um fracasso, teria pretensamente o objetivo de investigar as torturas, assassinatos e desaparecimentos cometidos pelas Forças Armadas durante o regime militar-fascista.

Apesar de manter impune os militares torturadores e assassinos, a Comissão incomodou muitos dirigentes militares por trazer à tona apenas alguns dos seus crimes mais notórios contra patriotas, massas e revolucionários no período.

Com isso, o comandante do Exército reacionário sugere que os crimes militares, cometidos durante a intervenção, deva ser apenas de jurisprudência da Justiça Militar. Ou seja, que os militares investiguem uns aos outros.

Maior Operação ocorre em todo o estado

A favela Kelson's, na Zona Norte do Rio de Janeiro, está sob Operação das Forças Armadas e polícias militar e civil, desde o anoitecer do dia 19/02. Segundo o próprio Comando Militar do Leste (CML), a Operação inclui todo o interior do estado.

A Operação de guerra começou com a ocupação do Arco Metropolitano e de várias rodovias, desde Resenha, passando pela Baixada Fluminense, incluindo a ocupação dos acessos à favela do Salgueiro, no município de São Gonçalo. A linha de ocupação se encerra nos acessos às favelas do Complexo do Chapadão e Pedreira.

Exército em Operação na Rocinha, fim de 2017. Foto: Ellan Lustosa/A Nova Democracia

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