França: Ataque contra consulado sionista

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Ativistas repudiam a ocupação e exigem a libertação de Abdallah

Ativistas da causa palestina realizaram uma ação contra o consulado do Estado sionista de Israel na cidade de Marselha, na França, no dia 28 de fevereiro. Os manifestantes denunciaram a ocupação perpetrada no território palestino e exigiram a libertação do preso político Georges Ibrahim Abdallah.

A ação, que contou com o uso de um martelo, deixou todas vidraças quebradas e danificou outros objetos da instalação. Os ativistas realizaram o ataque durante a noite.

Imagens veiculadas pelo portal revolucionário europeu Nova Época mostram bandeiras comunistas e um martelo, provavelmente o que fora usado na ação para quebrar as vidraças. Nele, estampava-se a consigna Liberdade para Georges Ibrahim Abdallah e o nome “Grupo Pierre Oller”.

 

Pela libertação do Georges Abdallah

Abdallah, militante comunista árabe, foi preso em 1984, na França, e condenado à prisão perpétua sem provas por “cumplicidade”, isto é, por apoiar as ações armadas da Resistência Nacional palestina.

Mesmo após tantos anos e várias irregularidades jurídicas no seu processo, Abdallah segue preso. Conforme mencionou o portal Nova Época, “Abdallah segue preso porque é um símbolo de compromisso de não trair o caminho, não fazer compromissos com a reação e por apoiar inabalavelmente a luta justa dos palestinos contra a ocupação de suas terras”.

Em seu histórico, há vários procederes apontando à sua soltura, não acatada por ordens diretas do imperialismo ianque.

Em 1999, Abdallah completou a primeira parcela de sua pena, por si absurda, mas seguiu sendo-lhe negado o pedido de liberdade condicional. Em 2003, o tribunal de execução judicial se pronunciou por sua libertação, mas Abdallah continua preso nas masmorras do imperialismo francês por medida cautelar emitida pelo USA.

Martelo usado por ativistas em ação no consulado sionista. 
Crédito: Banco de Dados AND

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