Marielle: Um mês de silêncio cúmplice

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No último dia 14 de abril completaram-se 30 dias do covarde assassinato da vereadora e ativista Marielle Franco, no Rio de Janeiro.

Sua execução ocorreu quando o Rio de Janeiro já encontrava-se sob intervenção militar das Forças Armadas (FF.AA.), que pretendeu apoiar-se na opinião pública prometendo mais segurança e estabilidade. Até o momento, não só agravou-se todos os problemas do Rio, como a investigação não deu nenhuma resposta. As estas FF.AA. devem ser direcionadas as cobradas das apurações devidas para o desvendamento do caso e a punição de executores e mandantes.

Os indícios e a suspeita de que o ato covarde tenha as mãos sujas de sangue de paramilitares e policiais de grupo de extermínio, uma vez que Marielle acabara de denunciar o assassinato de dois jovens por elementos do 41º Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro, leva a crer que existe um silêncio cúmplice por parte de policiais, dificultando o esclarecimentos dos fatos.

Ainda está gravado na memória do povo do Rio de Janeiro o caso Amarildo que só não é semelhante porque no caso de Marielle foi um assassinato político.

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