Colômbia: Revolucionários promovem grande protesto em Medellín

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Estudantes e jovens ativistas revolucionários marcharam pelas ruas de Medellín, na Colômbia, no dia 1º de maio – Dia do Internacionalismo Proletário.Uniformizados e elevando as palavras de ordem Combater e resistir! e Rebelar-se é justo!, os revolucionários atacaram bancos e prédios governamentais. As ações fazem parte também da campanha internacional de celebração dos 200 anos de Karl Marx. As informações são do jornal popular e democrático El Comunero.

Especialmente em Medellín – segunda maior cidade do país –os jovens revolucionários e estudantes, organizados pelo Movimento dos Estudantes ao Serviço do Povo (Mesp), marcharam pelas ruas promovendo as ações e desafiando a repressão. A matriz de um grande banco nacional foi atacada com pedras, em plena região central da cidade. Bandeiras comunistas, com o símbolo da foice e do martelo, foram erguidas pelos jovens. Alguns deles estavam vestidos com camisetas estampadas com o símbolo da Liga dos Camponeses Pobres, do Brasil.

Em rechaço à farsa eleitoral e como parte da campanha de boicote, os jovens ativistas revolucionários incendiaram ainda uma urna simbólica, estampada com fotos de vários políticos e siglas eleitoreiras. Um estandarte com a consigna Eleição não! Revolução sim! foi erguido em seguida. Uma bandeira do Estados Unidos, inimigo principal dos povos oprimidos do mundo, foi queimada, e uma bandeira de Israel teve o mesmo destino, como ato de repúdio à invasão e ocupação da Palestina e apoio à luta daquele povo contra o genocídio sionista.

Em entrevista ao jornal El Comunero, um dirigente estudantil afirmou que a marcha promovida pelos revolucionários desmascara o oportunismo como “lacaio dos ricos”, e impõe uma derrota ao “seu discurso de paz e chamado às eleições”, políticas que “tentam pacificar as massas trabalhadores”. “Somos contra os que vestem-se de operários para ser lacaios dos ricos; contra os que falam de marxismo, mas são especialistas em promover conciliação de classes; contra os que falam de revolução, mas não querem assumir que toda revolução implica custos e sacrifícios; contra os que difundem medo e pessimismo nas massas”, concluiu o dirigente.

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