RJ: Ato denuncia genocídio da juventude pobre e intervenção militar

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Cebraspo levanta faixa em denúncia dos crimes do Estado contra jovens durante manifestação no centro do Rio

No dia 28 de junho, centenas de pessoas marcharam nas ruas do centro do Rio de Janeiro contra o genocídio promovido pelas polícias - com o auxílio das Forças Armadas e sob o comando da intervenção militar - contra a população pobre, especialmente os jovens.

Nomes das vítimas dessa política de Estado, como o de Marcos Vinícius, 14 anos, assassinado a caminho da escola onde estudava na favela da Maré, zona norte do Rio, e o de Maria Eduarda, 13 anos, também morta dentro da escola onde cursava o 7º ano do ensino fundamental no bairro de Acari foram lembrados na manifestação.

Amigos e familiares dos jovens assassinados estiveram presentes no ato. Dentre eles, a mãe do jovem Marcos Vinícius, a trabalhadora auxiliar de serviços gerais, Bruna Silva, que juntou sua voz à de outras mães de vítimas dos crimes perpetrados pelo Estado, exigindo justiça para seus filhos.

O ato contou com a presença de várias organizações democráticas, dentre elas o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo), que denunciou também a Intervenção Militar no Rio de Janeiro, em vigor há 4 meses.

O Comitê de Apoio ao Jornal A Nova Democracia acompanhou a marcha e realizou uma exitosa divulgação da edição nº 211 do jornal. Os apoiadores relataram que mesmo estando o ato repleto de bandeiras oportunistas, foi possível fazer um ótimo trabalho entre os manifestantes.

O protesto que partiu da Cinelândia, passou em frente ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e dispersou-se no começo da noite na praça da Candelária.

Manifestação passa em frente ao Tribunal de Justiça

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