O comando naval contesta a propaganda de Washington sobre o controle do estreito; forças iranianas anunciam ataques a petroleiros que desligaram sistemas de rastreamento e tentaram utilizar rotas proibidas.
Encontros estudantis, atos políticos, vigílias, atividades culturais e manifestações reuniram milhares de trabalhadores assalariados, camponeses, artistas e intelectuais, estudantes, mulheres e professores em diferentes regiões do País desde março; maior concentração ocorreu no movimento estudantil, com participação de representantes iranianos e presença recorrente de bandeiras do Irã
O procurador Lucas de Morais Gualtieri, que atuou na Operação “Trapiche”, levará a investigação sobre uma suposta célula do Hezbollah no Brasil ao circuito continental de “contraterrorismo” ianque, em workshop realizado em Assunção; Washington custeará passagens, traslados, hospedagem e alimentação.
Entre o 1.030º e o 1.033º dias desde o Dilúvio de Al-Aqsa, Donald Trump voltou a suspender uma agressão anunciada contra o Irã depois de ameaçar atingir a infraestrutura energética do país. O recuo ocorreu sob risco de uma resposta contra bases e instalações petrolíferas regionais e em meio à redução dos estoques ianques de mísseis ofensivos e interceptadores. Teerã negou negociar diretamente com Washington e avançou com Omã na formulação de um novo sistema para a navegação por Ormuz, com parte significativa das rotas dentro das águas iranianas. Em Gaza, o chamado Conselho da Paz alterou a sequência do acordo em benefício da entidade nazi-sionista, enquanto Benjamin Netanyahu recusou interromper os assassinatos ou retirar suas tropas. O CGRI afirmou que a trama para desarmar o Hamas “já fracassou”. Sob o cessar-fogo, os ataques sionistas elevaram a 1.252 o número de palestinos assassinados, enquanto milhares acompanharam o funeral de 112 integrantes das famílias Abu Sharia e Al-Hasayna.
Entre o 1.021º e o 1.027º dias desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o EUA interrompeu por cinco dias seus ataques contra o Irã, após 13 jornadas consecutivas de bombardeios e sob pressão da escassez de munições, das baixas impostas pela Resistência Iraniana e do risco de uma ampliação incontrolável da guerra. Washington retomou a agressão em 30 de julho, atingindo novamente o sul iraniano, mas recebeu como resposta novos golpes contra suas bases na Jordânia. No Iêmen, as Forças Armadas atingiram instalações da Aramco, mantiveram o bloqueio marítimo à Arábia Saudita e fizeram ao menos 16 embarcações recuar. Em Gaza, a ocupação prosseguiu assassinando palestinos mesmo sob o cessar-fogo, enquanto equipes de resgate retiraram os restos mortais de 99 pessoas dos escombros de uma única casa.
No 1.017º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o Hamas elegeu Khalil al-Hayya como novo chefe de seu Bureau Político e reafirmou que a Resistência constitui “o único caminho para conquistar direitos”. O Irã anunciou a destruição de depósitos de drones, embarcações e equipamentos militares do país Estados Unidos (EUA) no Bahrein e no Kuwait, enquanto o Pentágono admitiu que quase cem soldados ianques foram feridos desde 7 de julho. No Iêmen, as Forças Armadas colocaram imediatamente em vigor um bloqueio naval contra a Arábia Saudita sob a equação “bloqueio por bloqueio”.
Nos 1.015º e 1.016º dias desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o país Estados Unidos (EUA) reconheceu que suas baixas militares na guerra contra o Irã chegaram a 17 mortos e mais de 430 feridos. Dois soldados ianques foram mortos em um ataque iraniano contra a Base Aérea Muwaffaq Salti, na Jordânia, e outro morreu no Iraque ao tentar destruir a carga de um drone iraniano abatido. “O querido povo iraniano e o Eixo da Resistência têm lições inesquecíveis para o inimigo”, advertiu o dirigente iraniano Mojtaba Khamenei. No Iêmen, o Ansarallah anunciou que a confrontação regional constitui “uma só batalha” e preparou novas medidas para romper o bloqueio sobre o Aeroporto Internacional de Sanaa.
Nos 1.012º, 1.013º e 1.014º dias desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o Irã ampliou a Operação Nasr-2 contra instalações militares do EUA em seis países e advertiu que as forças navais ianques se aproximam da “hora zero”, após bombardeios atingirem pontes, uma ferrovia, um aeroporto, estruturas portuárias e outras instalações civis no Sul iraniano. No Iêmen, multidões ocuparam centenas de praças para respaldar a equação “bloqueio por bloqueio”, enquanto Sanaa exigiu a reabertura irrestrita de seu aeroporto e o pagamento dos salários dos funcionários públicos. Na entidade nazi-sionista, o Knesset foi dissolvido em meio à queda de Netanyahu, à crise do Exército e ao avanço da rejeição ao financiamento ianque do genocídio.
Nos 1.010º e 1.011º dias desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o Exército iraniano anunciou a sétima onda de ataques com drones contra instalações militares do país Estados Unidos (EUA), enquanto o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (CGRI) ampliou a Operação Nasr-2 contra bases no Bahrein e no Kuwait. Após Washington retomar formalmente o bloqueio naval contra o Irã, Teerã declarou anuladas suas obrigações no Memorando de Islamabad. No Iêmen, as Forças Armadas responderam ao bombardeio saudita contra o Aeroporto Internacional de Sanaa com mísseis e drones contra o Aeroporto de Abha e proclamaram a equação “aeroporto por aeroporto, cerco por cerco”.
No 1.008º e no 1.009º dias do Dilúvio de Al-Aqsa, o Irã respondeu à terceira rodada de agressões do país Estados Unidos (EUA) em uma semana com mísseis e drones contra bases e instalações militares ianques na Jordânia, Catar, Omã, Kuwait e Bahrein, além de fechar o Estreito de Ormuz até o fim da ingerência estrangeira. Em Gaza, novos ataques sionistas assassinaram palestinos, entre eles a criança Tala Abu Matar e quatro pessoas em uma oficina; na Cisjordânia, a ocupação elevou uma colônia próxima a Al-Quds à condição de cidade, avançou com 450 novas moradias coloniais e repetiu ataques contra famílias em Masafer Yatta.