Pesquisadora do Cesit/IE-Unicamp relacionou escala 6 por 1, adoecimento e falta de tempo de vida. Para Marilane, a redução da jornada é necessária porque consultas, estudo, cuidados familiares, lazer e descanso acabam comprimidos pela lógica do trabalho.
Em entrevista ao AND, Marilane Teixeira afirmou que jovens não rejeitam direitos trabalhistas, mas o trabalho formal degradado. No A Propósito #364, Magrão e Victor Bellizia relacionaram a escala 6 por 1 ao esgotamento, ao abandono dos estudos e à falta de tempo para lazer e formação.
O programa A Propósito debateu o acordo do governo para votar o fim da escala 6 por 1 e apontou que a reivindicação operária pode ser esvaziada se não estiver ligada à luta contra as “reformas” trabalhista e previdenciária.
No prédio do antigo DOPS em BH, movimentos populares reivindicam a criação de um memorial permanente às vítimas do regime militar, mas o governo Zema solicitou um pedido de reintegração de posse do prédio.
Para além da própria estrutura econômica brasileira, atrasada e baseada em relações semifeudais de produção, outro fator que contribui para a proliferação do trabalho servil nas cidades é a falta de punição para as empresas autuadas nas fiscalizações.
A divulgação do XVIII Congresso foi feita no portal da Liga Operária, em uma nota intitulada Realizado o XIII Congresso, em meio a jornadas de lutas e em boicote à farsa eleitoral!. O documento pode ser lido na íntegra aqui.