PA: Servidores da Unifesspa paralisam em jornada nacional de lutas 

Os dias 7 e 8 de novembro ficaram marcados por uma jornada de lutas dos funcionários públicos contra o governo federal. As servidoras exigiram respostas às reivindicações feitas numa suposta mesa de negociação aberta com os representantes governamentais.  

PA: Servidores da Unifesspa paralisam em jornada nacional de lutas 

Os dias 7 e 8 de novembro ficaram marcados por uma jornada de lutas dos funcionários públicos contra o governo federal. As servidoras exigiram respostas às reivindicações feitas numa suposta mesa de negociação aberta com os representantes governamentais.  
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Os dias 7 e 8 de novembro ficaram marcados por uma jornada de lutas dos funcionários públicos contra o governo federal. As servidoras exigiram respostas às reivindicações feitas numa suposta mesa de negociação aberta com os representantes governamentais.  

Revoltadas com as promessas não cumpridas pelo novo governo, as trabalhadoras exigiram a inclusão do funcionalismo na Lei Orçamentária de Anual de 2024, a reestruturação das carreiras, a equiparação de benefícios entre servidores e servidoras dos diferentes Poderes e a revogação de medidas de Temer e Bolsonaro que prejudicam as categorias e o conjunto das classes trabalhadoras como o arquivamento da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32/20, contrarreforma administrativa 

Em Marabá, as técnicas administrativas em educação e docentes da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, no dia 07 de novembro paralisaram as atividades. Primeiro, fizeram panfletagem no campus II. Continuaram no campus III com atividades de panfletagem, café da manhã e roda de conversa no hall do prédio central. 

No dia 08 de novembro as atividades prosseguiram com uma roda de conversa sobre a minuta que regulamenta o trabalho docente na UNIFESSPA no campus II. 

A importante mobilização dos funcionários públicos no Pará soma-se a uma série de outros protestos e greves realizados por servidores ao longo do ano de 2023. No âmbito da Educação, denúncias contundentes foram feitas contra o novo governo e os cortes avassaladores realizados contra as instituições de ensino ao longo do ano, como o bloqueio de R$ 332 milhões no Ministério da Educação realizado em agosto. 

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