PR: Agitação e propaganda com mulheres na região metropolitana de Curitiba

PR: Agitação e propaganda com mulheres na região metropolitana de Curitiba

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Propaganda colada pelas mulheres revolucionárias nas ruas. Foto: Movimento Feminino Anita Garibaldi

No dia 17 de novembro, diversas moradoras da região metropolitana de Curitiba, Paraná, receberam com muito entusiasmo em suas casas um grupo de mulheres do Movimento Feminino Anita Garibaldi. Munidas de materiais sobre a situação política nacional, dentre eles um folheto que denuncia o caráter antipovo e vende-pátria do Estado brasileiro e desmascara a “Reforma” da Previdência, as integrantes foram de casa em casa conversando com mulheres proletárias que demonstraram uma compreensão muito avançada da realidade nacional: apontaram o boicote eleitoral, a desmoralização do velho Estado e a necessidade de o povo construir o futuro com as próprias mãos. A revolta com relação à aprovação da “Reforma” foi generalizada, entendida como mais uma medida que tira direitos do povo para beneficiar as classes dominantes.

Uma moradora expressou sua indignação com vereadores que foram ao bairro em época de eleição para fazer churrasco com os moradores e, depois de eleitos, não apareceram mais na região, deixando inúmeras promessas de campanha pendentes. Também foi apontado o preço do aluguel, da luz, água e transporte, altíssimos se comparados ao irrisório salário mínimo que recebem. Também foram colados cartazes em pontos de ônibus e locais de maior circulação na região, denunciando a “Reforma” da Previdência e conclamando a população a construir uma grande Greve Geral de Resistência Nacional.

O Movimento Feminino Anita Garibaldi tem como objetivo impulsionar as mulheres, principalmente proletárias, para a atuação política, entendendo que esse papel historicamente tem sido relegado aos homens. Durante a atividade, ficou bastante claro o grande interesse que essas mulheres sentem pelo debate político e pela luta reivindicativa coletiva, apontando que a mulher pode e deve organizar-se na luta combativa pela construção de um Brasil novo.

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.
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