ASSISTA: ‘Crise da segurança pública’: o que os candidatos não explicam na farsa eleitoral de 2026

Reportagem especial de AND investiga o encarceramento em massa, a “guerra às drogas”, as relações entre o tráfico e agentes do velho Estado e as raízes sociais da criminalidade, situando a Revolução Democrática, Agrária e Anti-imperialista como a solução para atacar essas raízes e construir um Brasil Novo.
Mulher e criança passam entre militares das Forças Armadas reacionárias durante operação na Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 23 de fevereiro de 2018, nos primeiros dias da intervenção federal na segurança pública do estado. (Foto: Carl de Souza/AFP/Reprodução)
Mulher e criança passam entre militares das Forças Armadas reacionárias durante operação na Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 23 de fevereiro de 2018, nos primeiros dias da intervenção federal na segurança pública do estado. (Foto: Carl de Souza/AFP/Reprodução)
Mulher e criança passam entre militares das Forças Armadas reacionárias durante operação na Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio de Janeiro, em 23 de fevereiro de 2018, nos primeiros dias da intervenção federal na segurança pública do estado. (Foto: Carl de Souza/AFP/Reprodução)

ASSISTA: ‘Crise da segurança pública’: o que os candidatos não explicam na farsa eleitoral de 2026

Reportagem especial de AND investiga o encarceramento em massa, a “guerra às drogas”, as relações entre o tráfico e agentes do velho Estado e as raízes sociais da criminalidade, situando a Revolução Democrática, Agrária e Anti-imperialista como a solução para atacar essas raízes e construir um Brasil Novo.

A chamada “crise da segurança pública” tornou-se pauta central da farsa eleitoral de 2026. Os candidatos divergem na forma, mas convergem no essencial: endurecer as leis penais, ampliar o encarceramento e reforçar o emprego das Forças Armadas reacionárias no “combate ao crime”. A demagogia eleitoral em torno da “guerra ao crime” transforma o medo real da criminalidade em justificativa para aprofundar uma política repressiva aplicada há décadas.

O Brasil chegou a 964.668 presos em 2025 e, desde 2000, a população prisional cresceu cerca de 314%, sem impedir a expansão das “organizações criminosas”. Pelo contrário: o encarceramento em massa e a “guerra às drogas” acompanharam o crescimento das “facções”, enquanto sucessivas operações policiais e militares multiplicaram a repressão contra o povo pobre.

A face mais visível do tráfico está nas favelas e bairros pobres. Mas é ali que começa e termina a “criminalidade organizada”? Que relações existem entre o tráfico de drogas, os aparelhos de repressão do velho Estado burguês-latifundiário e as classes dominantes reacionárias? A reportagem de AND segue essas relações muito além dessa ponta mais exposta.

E, se mais cadeias, mais repressão e mais militarização não resolveram o problema, onde estão suas raízes? Entre 1960 e 1980, quase 30 milhões de pessoas deixaram o campo, expulsas pela concentração fundiária e pela violência do latifúndio, engrossando nas cidades as fileiras do proletariado e do semiproletariado e os grandes bolsões de miséria. O que isso tem a ver com a chamada “crise da segurança pública”? E qual é a relação entre tudo isso e a Revolução Democrática, Agrária e Anti-imperialista?

As respostas estão na reportagem completa, disponível no canal de AND no YouTube.

O Governo Militar Secreto
Publicado originalmente em 1987 por Nelson Werneck Sodré, grande historiador marxista do Brasil, o livro desnuda o que há por detrás das eleições, do parlame…
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