Na última segunda-feira (17/3), por volta do meio-dia, em frente à escola Marista São Francisco, no município de Rio Grande, Litoral Sul, um policial militar à paisana, após suposto desentendimento com um jovem de 15 anos, covardemente sucedeu a espancá-lo, desferindo socos e chutes ao jovem e em seguida o estrangulando até cair desacordado no chão. O desdobramento do ocorrido, segundo a delegada encarregada do caso em entrevista ao monopólio de imprensa RBS, teria sucedido da seguinte forma:
“(Os adolescentes) teriam ido ver uns amigos que também estudam lá e que iam sair naquele horário. E aí esse indivíduo, o suspeito, se dirigiu até a vítima e os amigos e teria intimidado, tirado satisfação e dito ‘ vocês têm que sair daqui, senão eu vou chamar uma viatura’ ”.
Após isto, o jovem que foi agredido pelo policial teria supostamente o ofendido, quando as covardes agressões se iniciaram, como evidenciado pelo vídeo de uma câmera de segurança do local. Em nota, a diretoria da escola Marista São Francisco relatou hipocritamente que acionou as autoridades de segurança para “garantir a segurança de todos” após ver o grupo de jovens se reunindo em frente à escola.
O policial militar, que responderá por lesão corporal, não foi afastado de suas atividades pela Brigada Militar e, ainda, teve sua identidade preservada. Assim como, de forma impune, brigadianos assassinaram o jovem de 15 anos Joel da Silva Rosa em Santo Ângelo, covardemente guardas municipais espancaram um jovem motociclista já rendido, no município de Vacaria.