SP: Praça da Sé fica lotada em manifestação contra reforma da Previdência nesta quarta

SP: Praça da Sé fica lotada em manifestação contra reforma da Previdência nesta quarta

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Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo

Na tarde desta quarta-feira, 20 de fevereiro, a Praça da Sé, Centro de São Paulo, ficou lotada de trabalhadores durante a manifestação contra a reforma da Previdência do governo militar de Bolsonaro. Participaram professores, estudantes, bancários, servidores públicos e outras categorias convocadas por diversas centrais sindicais.

Entre as pautas, o ato conclamou a resistência dos trabalhadores contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estava sendo apresentada pela gerência federal na manhã desta quarta ao apodrecido Congresso Nacional.

Os trabalhadores também criticam duramente as propostas de elevar as idades mínimas de aposentadoria dos homens para 65 anos e das mulheres para 62, o estabelecimento mínimo de 20 anos de contribuição e o fim das aposentadorias por tempo de contribuição.

— Essa manifestação é parte da resistência que iremos travar contra as políticas desse bandido fascista chamado Bolsonaro e os ataques que seu governo quer impor aos trabalhadores. Vivemos numa época de cada vez maior participação de militares na vida política e não podemos permitir que 1964 se repita neste país. Precisamos ir às ruas contra o fascismo e a reforma da Previdência! — exclamou o estudante Flávio Liberato.

Greve Geral de Resistência Nacional

Entre as inúmeras manifestações e declarações que conclamam a resistência contra a reforma da Previdência e os demais ataques aos trabalhadores, destacamos uma nota emitida pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de BH e Região (o Marreta) e pela Liga Operária, intitulada Pela Greve Geral de Resistência Nacional, que trazia o seguinte trecho:

“Frente as medidas já implementadas ou anunciadas pelo novo governo, os trabalhadores da cidade e do campo estão desafiados a uma luta sem quartel de resistência nacional em defesa de seus direitos e interesses imediatos, econômicos, sociais, políticos e culturais, através da mobilização permanente por estabelecer um programa de lutas, para o qual se faz necessário um plano de unidade de ação.”

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