Amazônia
A presença de militares ianques no Brasil, sob o pretexto de cooperação, é o primeiro passo para o estabelecimento da doutrina de Guerra de Baixa Intensidade, que visa o desgaste e a repressão sistemática de qualquer organização que defenda a terra e a soberania nacional.
Vassalos do Comando de Operações Terrestres do Exército reacionário vassalo brasileiro apresentam Comando Militar da Amazônia a diletantes ianques. (Foto: Reprodução/coter_exercito/Instagram)
O que o estudo do Greenpeace revela, em última instância, é que o grande garimpo ilegal na Amazônia é uma forma de saque semicolonial, capitaneado por afortunados que arregimentam trabalhadores pobres como mão de obra servil e às custas da expropriação dos posseiros e comunidades indígenas.
Grandes garimpos ilegais e altamente mecanizados na Terra Indígena Yanomami em 2023. Foto: Alan Chaves/AFP
Há 21 dias da suposta conferência ambientalista de fachada da COP 30, o governo de Luiz Inácio, pressionou politicamente o Ibama para autorizar a perfuração de poço no litoral do Amapá para ampliar a produção de combustíveis fósseis, voltando atrás com seus projetos de licenciamento ambiental, para a ‘festa’ da grande burguesia e dos monopólios imperialistas extrativistas.
Em mais um avanço das ações do imperialismo ianque sobre a Amazônia Brasileira, o Governo dos Estados Unidos firmou um acordo de cooperação com o Ministério Público do Amazonas onde terá acesso a dados nacionais sigilosos e poderá oferecer treinamentos em seus moldes às autoridades locais.
Aprofundando o domínio do imperialismo ianque em território brasileiro, Luiz Inácio autorizou a entrada de 294 militares ianques no país, para dar continuidade à Core, sigla em inglês para Exercício Combinado de Operação e Rotação, que faz parte de um programa de cooperação reacionária entre Brasil e imperialismo ianque até 2028.
Um tenente-coronel do Exército reacionário está sendo investigado por vazar informações sobre operações policiais a grandes garimpeiros na região do Japurá, no Norte do Amazonas, próximo à divisa com a Colômbia.
Garimpo na região amazônica. Foto: Chico Batata