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Centrão sofre derrota tática, mas marca posição contra o STF na votação de Chiquinho Brazão

Chiquinho Brazão não é uma figura que deixa dúvidas sobre a sua natureza: ele e seu clã político tem vínculos com grupos paramilitares que dominam regiões do Rio de Janeiro e com a especulação imobiliária promovida por esses crimes.
Chiquinho Brazão segue preso. Se não há dúvidas que Chiquinho Brazão é parte de toda essa relação entre extrema-direita e grupos paramilitares, também não pode haver titubeação em levantar suspeitas de que o rumo atual dos acontecimentos beneficiam precisamente a estes mesmos notáveis notáveis.
Quem indicou Barbosa primeiramente foi o setor de inteligência do Comando Militar Leste (CML) do Exército, junto de outros quatro nomes. O CML era comandado por Braga Netto, interventor no Rio de Janeiro. Ao fim, Nunes bancou a nomeação apesar das contraindicações da Polícia Civil.
Enquanto os mentores ideológicos e políticos não forem devidamente descobertos, não há base para se afirmar que o caso foi encerrado
O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, disse que “os trabalhos estão encerrados” e que o caso foi uma “vitória do Estado brasileiro”. Mas, por que será que tudo indica que os verdadeiros motivos e culpados do crime estão escapando impunes?
Segundo as informações que foram vazadas à imprensa, Ronnie Lessa entregou o nome de quem o contratou e o contexto dos encontros que teve antes e depois do crime.
O portal The Intercept revelou que Ronnie Lessa afirmou em delação premiada que Domingos Brazão foi um dos mandantes do assassinato de Marielle Franco