gaza
Depoimentos revelam autorização para atacar sem evacuar moradores; novas revelações são divulgadas enquanto Netanyahu exige a identificação e a perseguição criminal dos participantes do documentário “NAZA”.
Marwan al-Hams apresenta fraturas e necessita de acompanhamento médico; denúncias de 14 de outubro relatam também doenças, isolamento e ataques às celas de mulheres palestinas.
Ramo de Oliveira distribui água potável, pão, roupas e alimentos a famílias deslocadas no norte da Faixa de Gaza, onde a crise humanitária se aprofunda.
No 966º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o Hezbollah atingiu tanques Merkava, veículos militares e posições sionistas no sul do Líbano, enquanto foguetes alcançaram Safad, Nahariya, Kiryat Shmona e a base Meron. Em Gaza, a entidade nazi-sionista matou o médico Jamal Abu Aoun, chefe de anestesia do Hospital Yafa, e manteve ataques contra a Faixa apesar do cessar-fogo.
Foguete do Hezbollah atinge Kiryat Shmona, no norte da Palestina ocupada, em operação que também alvejou a base militar de Meron, importante instalação de vigilância e comando da entidade nazi-sionista. Arte: AND, sobre captura de vídeo.
No 965º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o genocida Benjamin Netanyahu ordenou que tropas da entidade nazi-sionista ampliem o controle sobre Gaza de 60% para 70% do território. A ONU respondeu que “100% de Gaza” deve pertencer ao povo palestino, enquanto “Israel” manteve ataques contra a Faixa, o Hezbollah atingiu tanques Merkava no Líbano e a ONU incluiu a entidade sionista em lista de violência sexual em conflitos.
“Satãnyahu” aparece ao fundo de Gaza, sobre a chamada “linha amarela” que separa as áreas sob controle sionista e palestino desde o cessar-fogo de outubro. Arte: AND, sobre foto de Ariel Schalit/AP.
Apoiadora de AND e coordenadora da Global Sumud Brasil, Ariadne participava de missão humanitária internacional que tentava romper o bloqueio naval a Gaza; outros três brasileiros também foram detidos.
Foto: Reprodução/OAB-RO
Meses após o cessar-fogo, a ocupação ainda impede a entrada de dispositivos de imagem, ressonâncias magnéticas e equipamentos de diálise, garantindo que a morte continue mesmo nos chamados tempos de paz.
O Ministério da Saúde de Gaza afirma que mais três palestinos foram mortos enquanto os bombardeamentos continuavam no sul.
Com vários pontos delicados, incluindo o envio de uma força multinacional, o desarmamento do Hamas e o início da reconstrução, a segunda fase do acordo mediado pelo EUA ainda não foi implementada.
Al-Natour é a personificação do arquétipo do colaborador palestino. Um homem que se apresenta como vítima usa sua própria experiência como palestino para encobrir o genocídio israelense.