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Ato Político em rechaço ao golpe militar ocorrerá em uma semana!

No próximo dia 25 de abril, o jornal A Nova Democracia estará realizando o Ato Político intitulado "Nem esquecer, nem apaziguar: condenar o golpe militar ontem e hoje".
Organizado pelo jornal A Nova Democracia, o Ato Político "Nem esquecer, nem apaziguar: condenar o golpe militar ontem e hoje", que ocorrerá no dia 25 de abril, no Rio de Janeiro, tem presenças confirmadas e lançamento de livro.
Informações divulgadas após o retorno à prisão de Mauro Cid filho fortalecem papel de Lourena Cid na articulação golpista, enfraquecendo ainda mais planos da família de salvarem-se das investigações.
É óbvio que a grande advertência de Freire Gomes a Bolsonaro foi inócua: apesar dela, toda a articulação golpista ocorreu sob seus olhos, impotente, e só não resultaram em um golpe de Estado porque não teria apoio dos Estados Unidos.
As novas informações reveladas apontam para o papel de ministros-generais como Paulo Sergio Nogueira e de assessores e ministros do ex-mandatário, como Filipe Martins e Anderson Torres.
O Ato Político tomará a forma de uma mesa e intervenções de notórias personagens, como intelectuais progressistas, jornalistas e veículos de imprensa democráticos, militantes familiares de vítimas da repressão durante o regime militar fascista e outras forças políticas.
A informação ao mesmo tempo revela o nível de participação de militares da alta oficialidade nos planos golpistas de extrema-direita, e comprovam o conhecimento e omissão dos outros generais acerca da ruptura institucional.
A julgar pelas suas desculpinhas, estamos diante de um santo. Mas a realidade o desmascara. Estamos diante de um amoitado! Talvez por isso Braga Neto tenha lhe apelidado com aquele epíteto grosseiro. Trata-se do general que será lembrado como aquele que aguardou até o último lance pela definição dos fatos, para escolher qual lado seguir.
Com a afirmação, Theophilo se junta a Mauro Cid na lista dos militares que entregaram consortes para salvar a própria pele. A revelação também vai contra o que havia pregado até aqui. Gomes tem insistido que não participou da articulação golpista e que jogou contra o movimento.