golpe militar
Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no governo de Jair Bolsonaro, é réu junto com o próprio ex-presidente e outros generais e altos oficiais, acusado de crimes como organização criminosa armada e tentativa de golpe de Estado. 
Mensagens, anotações e documentos encontrados em celular de coronel reforçam papel do ex-presidente como mentor dos planos para ruptura institucional em 2022.
Conhecidos por faltar ao trabalho e por votar projetos contra direitos do povo, bolsonaristas passam a noite no Congresso Nacional para defender Bolsonaro.
A decisão foi fundamentada pela defesa de que, mesmo com o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de uso das redes sociais, Bolsonaro continuou a burlar as restrições judiciais através de seus filhos e aliados, inclusive fazendo ligações e postagens via terceiros durante as manifestações bolsonaristas do último domingo.
Segundo Fabrício Bastos, Centro de Inteligência do Exército (CIE) exigiu o repasse da “Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa do Exército Brasileiro”.
Em depoimento, um dos réus, o coronel reformado do Exército Bernardo Romão Corrêa Neto, buscou esvaziar o conteúdo da investigação, ao afirmar que uma reunião estratégica entre o tal “núcleo duro” não passou de “um encontro entre amigos”
A confissão revela que, de fato, o plano existiu e o nível de envolvimento dos militares da reserva na trama. 
De acordo com a PGR, os denunciados integraram "de maneira livre, consciente e voluntária, uma organização criminosa constituída desde pelo menos o dia 29 de junho de 2021 e operando até o dia 8 de janeiro de 2023, com o emprego de armas."
As Forças Especiais do Exército são as unidades especiais adestradas no combate contra-insurgente, com foco na montagem e desmontagem de força irregular, com o objetivo de desestabilizar estruturas políticas de hipotético inimigo externo e, principalmente, ameaça interna.
Bolsonaro questionou como alguém "pode ser preso por obstruir investigações já concluídas?". Outros reacionários preferiram o silêncio, como grande parte da bancada do PL.