greve de ocupação
A convocatória surgiu após recorrentes reclamações sobre problemas estruturais e acadêmicos enfrentados pela comunidade universitária.
Após manifestações, tentativas de negociação e “descaso e intransigência” no pagamento das bolsas e auxílios, os estudantes ocuparam a Reitoria da UFBA contra os cortes de verbas e os atrasos no pagamento. A Universidade se pronunciou afirmando a realização do pagamento de todas as bolsas somente em 21/01.
Diante dos portões trancados, os estudantes, junto com o grêmio estudantil, realizaram a manifestação dentro da escola, clamando por melhorias como a entrega dos kits de materiais escolares, a climatização das salas e o fim dos atrasos no pagamento das merendeiras. Determinados a continuar na luta, entoaram o lema “Ir ao combate sem temer, ousar lutar, ousar vencer”.
Segundo um dos participantes, o movimento “foi uma ação autônoma, organizada exclusivamente pelos bolsistas, sem vínculo com qualquer corrente política ou entidade” e foi organizado principalmente por estudantes mães.
Com auxílios atrasados há mais de dez dias, estudantes da UFBA ocupam reitoria em denúncia e combate à situação calamitosa que se encontra a universidade.
A ocupação se colocou como parte de um processo geral de lutas independentes e combativas ao definir que sua inspiração são as ocupações secundaristas de 2015 e 2016, e também as recentes greves e ocupações de universidades públicas.
Estudantes, professores e técnico-administrativos continuam mobilizações em defesa da educação na UFF. Uma ocupação na reitoria teve início no dia 18 de junho.
No dia 25 de maio Luiz Inácio visitou o Município de Guarulhos em comício na entrega das faixas marginais da Rodovia Dutra e foi recebido por uma manifestação de estudantes da UniFeSP (Universidade Federal de São Paulo) que intervieram para condenar os cortes de verbas da Educação e exigir a recomposição orçamentária das faculdades federais.
Estudantes da USP realizam greve de ocupação pela contratação de professores e contra a precarização do ensino público.
No programa de hoje, nossos apresentadores abordarão a ocupação por alunos da FFLCH-USP exigindo uma série de direitos estudantis, apontando para a greve da ocupação como caminho para barrar os ataques à educação.