índia
Estudantes revolucionários da bsCEM e da RSF denunciam prisões e agressões, combatem a exclusão de muçulmanos, dalits e adivasi e defendem a luta pela Nova Democracia contra a farsa eleitoral do velho Estado fascista bramânico-hindutva indiano.
Estudantes revolucionários da bsCEM defendem o boicote eleitoral e a Revolução de Nova Democracia nos protestos contra a exclusão de eleitores na Índia. No cartaz: “Esmagar o fascismo bramânico-hindutva!”. (Foto: bsCEM/Reprodução)
Organização chama forças anti-imperialistas de todo o mundo a realizarem ações entre 26 de setembro e 3 de outubro contra a repressão do velho Estado bramânico-hindutva indiano aos povos oprimidos da Índia e ao movimento naxalita maoista.
Combatente maoista na Índia. (Foto: LAI/Reprodução)
Gurkirat, atualmente estudante da Universidade de Panjab e ex-presidente do Fórum de Unidade Estudantil Bhagat Singh (bsCEM), afirmou que, durante quatro ou cinco meses, policiais e homens à paisana passaram a visitar sua residência a cada sete ou dez dias.
Cartaz anti-liquidacionista do bsCEM. Imagem: bsCEM
Suvendu Adhikari ameaça estudantes e professores de Jadavpur poucos meses depois de fracassar o prazo anunciado pelo governo Modi para “eliminar o maoismo”; em 2022, primeiro-ministro já havia prometido combater o “naxalismo da pena e do fuzil”.
6ª Conferência Estadual da Frente Estudantil Revolucionária (RSF), realizada em 24 de novembro de 2025, no Vivekananda Hall da Universidade de Jadavpur, em Calcutá, Bengala Ocidental. (Foto: RSF West Bengal/Reprodução)
Encontro reuniu jovens franceses e indianos após um mês de protestos que arrancou a saída do ministro da Educação; conferência também debateu a Operação Kagaar e a Guerra Popular dirigida pelo PCI (Maoista).
Estudantes, jovens e intelectuais franceses e indianos participam, em Paris, da primeira conferência na França em apoio ao movimento das “Baratas” da Índia, em 16 de agosto de 2026. (Foto: La Cause du Peuple/Reprodução)
Comunicado condena uso da Lei de Segurança Nacional contra Satyam Verma e Aakriti Chaudhary, presos em caso relacionado aos protestos operários de Noida
CASR exige revogação da NSA e liberdade aos presos políticos. Imagem: O Arauto Vermelho/Reprodução.
Artigo de K. Murali (Ajith), republicado pela revista indiana Nazariya, desmascara a linha de rendição de Sonu e Devji, denuncia o legalismo como capitulação e reafirma a atualidade do caminho de Naxalbari e da Guerra Popular para a Revolução Indiana.
Teórico marxista-leninista-maoista indiano K. Murali (Ajith) reafirma caminho de Naxalbari. Fotos: Reprodução | Colagem: AND
Artigo publicado no Primeiro de Maio debate a luta de duas linhas no movimento revolucionário indiano; publicação ocorre em meio à repressão contra a Nazariya e ativistas ligados aos protestos operários de Noida.
Declaração da revista indiana Nazariya destacou a necessidade de combater “em todos os terrenos, sem exceção”, a linha oportunista-liquidacionista-revisionista. Composição: AND | Fotos: Reprodução/Nazariya
O episódio expõe, mais uma vez, as limitações da chamada "Operação Kagaar" em particular, e em geral, da estratégia do velho Estado indiano para sufocar a revolução.
Natural de Telangana e com mais de duas décadas de militância revolucionária, Rangaboina Bhagya, a camarada Rupi, caiu em combate em Chhattisgarh após recusar-se a capitular diante das forças do velho Estado indiano.