saúde
Em declaração, movimento denuncia a precarização das condições de trabalho no SUS em todo o Brasil, o avanço da privatização, da terceirização e de outras formas privadas de gestão, e aponta a transferência de hospitais federais no Rio de Janeiro como expressão de um processo nacional de mercantilização da saúde. 
Pacientes aguardam atendimento no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, no Rio de Janeiro, em março de 2008. O registro integra série fotográfica sobre a demora no atendimento da emergência e da pediatria da unidade. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
Movimento denuncia que o domínio imperialista sobre a produção de medicamentos, somado aos cortes orçamentários e à transferência de recursos aos monopólios, sustenta uma crise nacional de abastecimento que já atinge toda a rede municipal do Rio de Janeiro.
Moradores e usuários das Clínicas da Família do Caju e de São Cristóvão bloqueiam parcialmente a Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, em 24 de outubro de 2019. O ato, com participação do MOCLASPO e do movimento de usuários da região, denunciou os cortes na saúde municipal e a falta de acesso a medicamentos. (Foto: Banco de dados/AND)
Moradores de Lumiar e São Pedro da Serra celebraram inauguração do posto como vitória do povo e denunciaram tentativa da prefeitura negligente de se apropriar da conquista.
Empresários, Organizações Sociais (OSs), alto escalão do Governo do Estado, funcionários da SEFAZ e Procuradores são acusados de corrupção na área da Saúde do Estado.
Governo municipal é marcado por abandono da educação, saúde e até assistência à falecidos.
O ato ocorre anualmente há mais de uma década e foi convocado pela Associação de Moradores e Usuários em Defesa do IASERJ/SUS (MUDI/SUS) e pela Associação de Moradoras(es), Amigas(os), Trabalhadoras(es), Pacientes e Estudantes do Centro, Lapa e Adjacências (AMATRE/RJ).
Enquanto o GDF investe em 12 mil câmeras para hospitais, faltam médicos e enfermeiros na rede. Grevistas são reprimidos e judicializados, com multas milionárias. Servidores denunciam desmonte da saúde e falta de diálogo do governo, que ignora demandas por valorização e estrutura.
O Hospital Regional, de administração municipal, atua como um verdadeiro monopólio, concentrando os serviços de média e alta complexidade de 21 cidades do sertão alagoano, cujos cidadãos precisam se deslocar até a unidade de saúde burocraticamente controlada pela família Bulhões.