saúde

Governo priorizou apadrinhamentos políticos e negociatas ao empenhar R$ 8 bilhões da Saúde

Mais de 650 cidades receberam verbas acima dos limites colocados pela própria pasta da Saúde, mesmo sem capacidades para usá-las. Enquanto isso, outras 1.332 cidades não receberam o dinheiro solicitado.
Ameaça de fechamento levou à transferência de 16 crianças para abrigo de propriedade da Igreja Evangélica "Videira".
De acordo com denúncias apuradas pelo correspondente local de AND, o Hospital Metropolitano de Sarandi tem atrasado o salário de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, zeladores e copeiras.  
Dirigente do Movimento Todos Pela Saúde, Mauro Bastos, deu entrevista ao AND sobre a situação da Saúde no Amazonas e as mobilizações prometidas para o dia 28 de fevereiro.
A família da jovem Maria Dayane Souza da Silva acusou o Hospital de Feijó (AC) de negligência após a morte de Dayane durante um trabalho de parto. A mãe acusa falta de equipamentos e medicamentos. O hospital já foi acusado de falta de estrutura antes.
Idosa morreu enquanto pacientes eram retirados às pressas do hospital. Hospital é da Rede D'OR, a maior rede de hospitais "privados" do Brasil. Hospitais da rede já pegaram fogo anteriormente.
Reproduzimos abaixo um artigo de Roberto Liebgott, do Cimi Regional Sul acerca das recentes movimentações do atual governo para avançar a privatização da saúde indígena.
Depois de ter movido ações para romper o piso mínimo da Saúde e Educação, governo busca alterar de vez as regras dos pisos de ambas as áreas.
Luiz Inácio sancionou no dia 24 de agosto o projeto de lei (PL) que permite o pagamento, em 2023, de um orçamento para a Saúde menor que o piso constitucional. Com a sanção do PL pelo presidente, a Saúde pode sofrer um rombo de até R$ 18 bilhões em 2024. Situação similar pode ocorrer com a Educação, que, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), só terá o piso pago em 2024.