Em declaração, movimento denuncia a precarização das condições de trabalho no SUS em todo o Brasil, o avanço da privatização, da terceirização e de outras formas privadas de gestão, e aponta a transferência de hospitais federais no Rio de Janeiro como expressão de um processo nacional de mercantilização da saúde.
Movimento denuncia que o domínio imperialista sobre a produção de medicamentos, somado aos cortes orçamentários e à transferência de recursos aos monopólios, sustenta uma crise nacional de abastecimento que já atinge toda a rede municipal do Rio de Janeiro.
Moradores de Lumiar e São Pedro da Serra celebraram inauguração do posto como vitória do povo e denunciaram tentativa da prefeitura negligente de se apropriar da conquista.
Empresários, Organizações Sociais (OSs), alto escalão do Governo do Estado, funcionários da SEFAZ e Procuradores são acusados de corrupção na área da Saúde do Estado.
O ato ocorre anualmente há mais de uma década e foi convocado pela Associação de Moradores e Usuários em Defesa do IASERJ/SUS (MUDI/SUS) e pela Associação de Moradoras(es), Amigas(os), Trabalhadoras(es), Pacientes e Estudantes do Centro, Lapa e Adjacências (AMATRE/RJ).
Enquanto o GDF investe em 12 mil câmeras para hospitais, faltam médicos e enfermeiros na rede. Grevistas são reprimidos e judicializados, com multas milionárias. Servidores denunciam desmonte da saúde e falta de diálogo do governo, que ignora demandas por valorização e estrutura.
O Hospital Regional, de administração municipal, atua como um verdadeiro monopólio, concentrando os serviços de média e alta complexidade de 21 cidades do sertão alagoano, cujos cidadãos precisam se deslocar até a unidade de saúde burocraticamente controlada pela família Bulhões.