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O judiciário de Minas Gerais determinou a paralisação imediata das operações da Vale em Ouro Preto após novo extravasamento de grandes proporções no Complexo Minerário de Fábrica. A decisão reconhece risco concreto ao meio ambiente e às populações atingidas, mas expõe, mais uma vez, o caráter tardio e precário da resposta estatal diante da reincidência criminosa da mineradora.
Justiça brasileira concluiu que não é possível condenar ninguém por "ausência de provas suficientes para estabelecer a responsabilidade criminal". Um outro julgamento segue em Londres.