Em nota, a UV-LJR denuncia que “esses episódios não são erros ou falta de treinamento” e caracteriza o assassinato de Gustavo Munis como parte da guerra de baixa intensidade contra o povo: crimes que disseminam o terror e procuram intimidar a revolta dos trabalhadores.
Correspondentes locais registram protestos contra crimes de policiais e a resistência indígena, enquanto agitadores e propagandistas realizam brigadas, coberturas, atividades de formação e outras iniciativas em diferentes regiões do País.
Morador foi baleado enquanto tentava fugir de abordagem policial; nas noites seguintes, carros e estruturas foram incendiados em bairro operário de Copenhague, em ações que o jornal revolucionário Røde Fane caracteriza como expressão da revolta acumulada contra anos de perseguição, violência policial e expulsão das massas pobres
Jair, pai de Bruno Girão, juntou-se ao protesto exigindo justiça e a responsabilização da Guarda Municipal de Manaus e da Polícia Militar do Amazonas pelos assassinatos cometidos contra jovens.
Mais de 3 mil manifestantes tomaram as ruas de Bruxelas contra reforma que aumenta mensalidades universitárias, amplia carga dos professores e reduz financiamento de materiais escolares
O caso mais estarrecedor de 2025 ocorreu em Rondônia, estado governado pelo reacionário coronel Marcos Rocha (PSD). Ali, o número de assassinatos cometidos pela polícia saltou de 8 para 47 casos, uma alta vertiginosa de 488%. Este aumento brutal não é coincidência: Rondônia é um dos principais palcos da resistência armada camponesa no Brasil.
Os moradores denunciam que o que a Polícia Militar diz é uma farsa, pois foram os policiais que dispararam todos os tiros e não houve confronto, como alega a instituição repressiva.
“Essa abordagem foi no pé do Morro dos Macacos, mas e se fosse na Ataulfo de Paiva? Ou a gente se mobiliza como coletividade ou esquece porque está piorando” disse o pai do jovem assassinado