Guerra da Ucrânia
Cúpula de Ancara reafirma meta de 5% do PIB em despesas militares, abre mais de US$ 50 bilhões em contratos e promete € 70 bilhões a Kiev em 2026, enquanto o regime lacaio de Zelensky mantém a defesa nacional subordinada às armas, aos recursos e ao comando da Otan.
Donald Trump aponta para Volodymyr Zelensky durante encontro à margem da cúpula da Otan, em Ancara, onde o regime ucraniano reafirmou sua submissão ao comando ianque. (Foto: Saul Loeb/AFP/Getty Images)
Trump também disse que “um acordo de paz é possível e pode ser feito em um futuro próximo”.
A baixa moral da tropa e a falta de apoio das massas ilustram perfeitamente as consequências da venda da resistência nacional ucraniana por parte do vendepátria traidor e lacaio Zelensky.
Tensões entre superpotências voltou a subir em um momento de movimentações de submarinos nucleares e exercícios militares por Washington e Moscou.
Acordo propõe que Ucrânia pague todo o “auxílio” militar ianque com receitas da exploração mineral
Além dessas condições, Putin também disse que a Ucrânia não deve receber tropas de paz e questionou sobre o envio de armas para o país agredido durante a trégua, sobre o monitoramento do cessar-fogo ao longo de 2 mil quilômetros (km) de fronteira e sobre a situação na região de Kursk, onde os russos estão cercando os ucranianos.
Pouco antes de se pronunciar sobre o cessar-fogo, Putin esteve na linha de frente da guerra para discursar aos soldados na região de Kursk. Ele disse que a área está “totalmente sob controle” russo e que as tropas da Ucrânia terão que “se render ou morrer”. 
Antes da negociação, secretário de Estado ianque disse ue Ucrânia teria que abrir mão de territórios para atingir um acordo.
Confirma-se o que disseram os revolucionários de todo o mundo: ao entregar a defesa nacional ucraniana à OTAN e ao imperialismo ianque, não mobilizar as massas e nem armá-las, Zelensky estava assinando a capitulação nacional, pois os ianques venderiam a nação em troca de seus próprios interesses. As massas ucranianas exigem, e condicionam sua mobilização na luta de classes, à resolução do problema territorial: os revolucionários, para exercerem uma direção proletária revolucionária sobre a luta das classes trabalhadoras, demandam a resolução deste problema.
O anúncio foi dado após uma reunião de representantes dos imperialismos norte-americano e russo na Arábia Saudita ontem (18/2). O secretário de Estado do EUA, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmaram que vão nomear "equipes de alto nível" para resolver a guerra.