Cúpula de Ancara reafirma meta de 5% do PIB em despesas militares, abre mais de US$ 50 bilhões em contratos e promete € 70 bilhões a Kiev em 2026, enquanto o regime lacaio de Zelensky mantém a defesa nacional subordinada às armas, aos recursos e ao comando da Otan.
A baixa moral da tropa e a falta de apoio das massas ilustram perfeitamente as consequências da venda da resistência nacional ucraniana por parte do vendepátria traidor e lacaio Zelensky.
Além dessas condições, Putin também disse que a Ucrânia não deve receber tropas de paz e questionou sobre o envio de armas para o país agredido durante a trégua, sobre o monitoramento do cessar-fogo ao longo de 2 mil quilômetros (km) de fronteira e sobre a situação na região de Kursk, onde os russos estão cercando os ucranianos.
Pouco antes de se pronunciar sobre o cessar-fogo, Putin esteve na linha de frente da guerra para discursar aos soldados na região de Kursk. Ele disse que a área está “totalmente sob controle” russo e que as tropas da Ucrânia terão que “se render ou morrer”.
Confirma-se o que disseram os revolucionários de todo o mundo: ao entregar a defesa nacional ucraniana à OTAN e ao imperialismo ianque, não mobilizar as massas e nem armá-las, Zelensky estava assinando a capitulação nacional, pois os ianques venderiam a nação em troca de seus próprios interesses. As massas ucranianas exigem, e condicionam sua mobilização na luta de classes, à resolução do problema territorial: os revolucionários, para exercerem uma direção proletária revolucionária sobre a luta das classes trabalhadoras, demandam a resolução deste problema.
O anúncio foi dado após uma reunião de representantes dos imperialismos norte-americano e russo na Arábia Saudita ontem (18/2). O secretário de Estado do EUA, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmaram que vão nomear "equipes de alto nível" para resolver a guerra.