Maranhão

MA: Terras camponesas são pulverizadas com agrotóxicos em Codó e Timbiras

Ações covardes do latifúndio afetaram plantações de camponeses, por meio da pulverização de agrotóxicos feitos por aviões e drones, com imagens capturadas em flagrante.
Camponeses tem sido alvos de ataques com cachorros pitbull e tentativas de incêndios criminosos.
Os moradores denunciam insegurança alimentar, destruição de habitação e poluição em área de preservação.
O evento contou com a participação de advogados populares, pesquisadores, sindicalistas e jornalistas do estado de outras regiões do país que participaram da comissão julgadora do Tribunal. 
O depósito tinha quase uma dezena de armas longas, munições e equipamentos “táticos” como coletes, balaclavas e facas.
Até hoje, em meio à contínua pressão da grilagem sobre as terras da Amazônia, em toda região do Gurupi, Quintino segue vivo nas mentes e corações dos camponeses que resistem ao latifúndio.
Nos dias 9 e 10 de março será realizado o Tribunal Popular contra os crimes do latifúndio e da grilagem de terras em Junco do Maranhão, com o objetivo de julgar os crimes ocorridos na Gleba Campina.
Comsolute denuncia que PMs invadiram a Gleba Campina, na comunidade Vilela, em Junco do Maranhão, em um ataque a serviço de latifundiários grileiros da região.
Camponeses do assentamento Nascente do Rio dos Bois, em Bom Jardim, Maranhão, voltaram a ser alvo de ataques da pistolagem. Casas foram destruídas com tratores no assentamento no dia 25/01.
O Comitê de Apoio ao AND - São Luis (MA) entrevistou o arqueólogo Marcos Tadeu Nascimento, envolvido nos estudos do sítio Arqueológico Chácara Rosane