Povos Indígenas

MS: Em visita ao estado, Luiz Inácio promove o latifúndio e subjugação nacional

A visita de Luiz Inácio foi marcada pelos acenos ao latifúndio: posou com o governador pró-latifúndio Eduardo Riedel (PSDB), elogiou a empresa latifundiária JBS e prometeu “carne de qualidade” para a China.
Luiz Inácio posou ao lado de governador latifundista, Eduardo Riedel. Foto: Saul Schramm/Governo de MS
O grupo de indígenas foi visto pela primeira vez na floresta há pouco tempo, dezembro passado, e em seguida por dois trabalhadores que estavam construindo um curral perto do rio São Miguel. Os índios, todos homens adultos e portando “arcos e flechas bem grandes” estavam nus e tinham adornos na cintura.
Três acadêmicos das áreas de Arqueologia, Antropologia e Etnologia de universidades federais do sul-sudeste acabam de desvendar o mistério da verdadeira autoria de um curioso conjunto de mini-esculturas em cera de abelha guardadas há mais de 80 anos no MUPA, em Curitiba.
Os indígenas bloquearam a rodovia MS-295, um dos principais caminhos para o Sul do Brasil e importante rota de escoamento de grãos do latifúndio.
A aldeia Teko Haw, local de moradia e resistência do povo Guajajara do Distrito Federal (DF) realizará sua 1ª edição da Feira Teko Haw no domingo, dia 10 de março, dentro da aldeia no setor Noroeste. O evento está programado para iniciar às 10h, com finalização às 18h.
A solução para a questão passaria, portanto, necessariamente pela entrega de terras aos camponeses, para evitar, em primeiro lugar, a possibilidade de aliciamento de camponeses em situação de miséria para o trabalho nas TIs. 
PM-DF invadiu a aldeia indígena Ahain Aam no dia 29/02 e ameaçou derrubar as casas dos moradores. Os ataques vêm desde a semana passada e uma casa já foi derrubada.
Mesmo passados 5 séculos, os feitos de Aleixo Garcia e seus amigos indígenas incomodam as classes dominantes do Brasil e América do Sul.
Organização denuncia falhas nas investigações e exige responsabilização dos órgãos do Estado que fazem omissão ao caso.
Depois de esperar por anos em péssimas condições por uma demarcação do Incra, o povo Guarani-Mbya resolveu realizar uma retomada nas terras abandonadas da encerrada Fundação Estadual da Pesquisa Agropecuária.