Distrito Federal
Organizada pela Executiva Brasiliense de Estudantes de Pedagogia, atividade reuniu estudantes, ativistas e representantes de organizações anti-imperialistas em 24 de setembro, durante a 26ª Semana Universitária da UnB.
Relatório detalha compras mesmo após alertas de dirigentes do banco estatal; auditoria estima prejuízo mínimo de R$ 5 bilhões, enquanto a investigação atribui a Augusto Lima a elaboração dos papéis.
Após estudo sobre a farsa eleitoral e o caráter do velho Estado brasileiro, ativistas conformaram um Comitê de Boicote em Brasília e iniciaram ações de propaganda na UnB e em Taguatinga. Novas atividades estão previstas para o decorrer da farsa eleitoral.
Centenas de estudantes responderam às provocações de Wilker Leão com um ato político-cultural na UnB. A mobilização expôs um áudio que aponta pagamento a integrantes de torcida organizada para garantir a segurança do baderneiro de extrema-direita.
Nas ruas, o cenário encontrado pela correspondência local de AND é de desilusão. Essa massiva ausência de adesão aos nomes apresentados demonstra que a maioria do povo não acredita mais que a farsa eleitoral e a velha política oficial modificarão a realidade do País.
Completamente desconhecido, candidato bolsonarista Victor Jansen tenta ganhar relevância surfando na onda do arruaceiro Wilker Leão e se une ao clube "valentões da madrugada", seleto grupo de frouxos da extrema direita que invade universidades vazias para praguejar contra os estudantes.
AND cobriu evento do Cimi em Brasília, em que Luis Ventura Fernández denunciou a participação crescente das polícias na “violência que mata” indígenas, camponeses e quilombolas; liderança Guarani-Kaiowá detalha ataque direto de agentes contra comunidade no Mato Grosso do Sul.
Luis Ventura Fernández, secretário-executivo do Cimi, apresenta o relatório “Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – dados de 2025” durante o lançamento, em Brasília, no dia 13 de agosto. (Foto: Cimi/Reprodução)
AND cobriu o evento e entrevistou lideranças Guarani-Kaiowá e Manoki e o secretário-executivo do Cimi, que denunciaram ataques às retomadas e a atuação das forças de repressão junto a bandos armados do latifúndio; levantamento registra 258 assassinatos de indígenas, alta de 22,3%.
Representantes indígenas participam do lançamento do relatório “Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – dados de 2025”, realizado pelo Cimi na sede da CNBB, em Brasília, no dia 13 de agosto. (Foto: Cimi/Reprodução)
Encontro na UnB reuniu estudantes, docentes e representantes da LAI, do Moclate, do Irã e da República Saaraui para preparar a comitiva do Distrito Federal ao 43º ENEPe, em São Luís.
O evento ocorreu na FD, instituição onde Paulo de Tarso, guerrilheiro da ALN, se formou, simbolizando o esforço da burocracia estatal para tratar de um crime que, durante décadas, foi negado e ocultado pelo aparato repressivo do regime militar brasileiro.