Jair Bolsonaro

Dois funcionários brasileiros são demitidos da Embaixada da Hungria depois de vazamento de vídeo da visita de Jair Bolsonaro

Mesmo assim, a informação revela que o imbróglio relacionado à hospedagem de Bolsonaro no prédio diplomático ainda não se encerrou. Mais do que isso, pode indicar que era um episódio planejado para passar despercebido, sem registros e muito menos vazamentos.
A defesa de Bolsonaro respondeu à solicitação de Alexandre de Moraes e apresentou explicações para estadia por dois dias na embaixada da Hungria. Bolsonaro tenta afastar imagem de covarde, ao mesmo tempo que briga por criar fato político.
As investigações, ao contrário da fala infeliz do ministro de Luiz Inácio, não estão concluídas – pelo menos, não do ponto de vista científico e da verdade. Há muito a se aprofundar, se se quer comprovar a real motivação do crime.
A rede de espionagem que foi estruturada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro a partir do programa israelense “First Mile” foi utilizada para espionar Augusto Heleno. De acordo com a investigação da Polícia Federal, um número de celular utilizado por Heleno para assuntos de trabalho foi consultado 11 vezes, segundo a jornalista Renata Agostini, do monopólio de imprensa O Globo.
Ocorreu na tarde de ontem, 27 de março, a sessão na Comissão de Constituição e Justiça na Câmara de Deputados que adiou a decisão se Chiquinho Brazão seguirá preso. Embora o relator tenha defendido a manutenção da prisão de Brazão, deputados de extrema-direita atuaram para o adiamento, mesmo sob protestos de deputados do PT e do Psol.
Enquanto os mentores ideológicos e políticos não forem devidamente descobertos, não há base para se afirmar que o caso foi encerrado
O ex-presidente Jair Bolsonaro passou duas noites na sede diplomática da Hungria, em uma aparente solicitação de asilo político. Isso ocorreu quatro dias após Jair Bolsonaro ser obrigado a entregar o seu passaporte, durante a Operação Tempus Veritatis.
Segundo as informações que foram vazadas à imprensa, Ronnie Lessa entregou o nome de quem o contratou e o contexto dos encontros que teve antes e depois do crime.
Jornalista revela que Freire Gomes já discutiu prisão de Alexandre de Moraes junto à outros comandantes das Forças Armadas.
É óbvio que a grande advertência de Freire Gomes a Bolsonaro foi inócua: apesar dela, toda a articulação golpista ocorreu sob seus olhos, impotente, e só não resultaram em um golpe de Estado porque não teria apoio dos Estados Unidos.