Há 29 anos, servidores públicos com meses de salários atrasados, trabalhadores e setores armados das polícias cercaram a Assembleia Legislativa de Alagoas e impuseram o afastamento de Divaldo Suruagy, em meio à crise fiscal agravada pelo Plano Real e por acordos que beneficiavam os usineiros.
Duas pessoas arrombaram o acesso à réplica da “Estátua da Liberdade” e acionaram um artefato explosivo na madrugada de 2 de julho. No local, foram deixados panfletos em defesa das heroicas resistências nacionais da Palestina, Irã, Líbano e Iêmen, e contra o imperialismo ianque. As estátuas da Havan já foram alvo de outras ações de destruição em várias cidades do País.
Em entrevista ao AND, Elisangela Santiago relata ter sido agredida durante festa junina em Benedito Bentes; seu filho também foi espancado ao registrar a ação e passou a receber ameaças após divulgar o vídeo.
Desde a privatização, problemas relacionados ao abastecimento de água têm motivado reclamações e protestos em diferentes municípios atendidos pela concessionária.
A reintegração ocorre em meio ao encerramento do processo de falência da Usina Laginha, uma das maiores massas falidas do setor sucroalcooleiro do País.
Documentos anexados à denúncia do Ministério Público Federal apontam que a Braskem tinha conhecimento desde o ano de 1980 sobre os riscos de afundamento do solo provocados pela mineração de sal-gema em Maceió.
Protestos contra Equatorial Energia aumentam em bairros proletários de Maceió, onde trabalhadores são afetados diretamente pelo serviço precário da empresa.
Essa recusa em legitimar a farsa eleitoral é alimentada pela brutalidade cotidiana com que o aparato estatal responde às demandas populares. Enquanto os candidatos da burguesia desfilam promessas nas propagandas, as ruas testemunham a violência policial desproporcional.