Campanha de Flávio publica vídeo sob o título “LCP deve ser classificada como terrorista” e requenta a bravata do patriarca Jair Bolsonaro, que já prometera “conter esse terrorismo” em Rondônia e fora derrotado pela grandiosa resistência camponesa em 2020-21. Na conversa com Flávio, Fernando Máximo, eleito senador por Rondônia, associa a LCP ao “crime organizado”, acusa-a de portar fuzis e matar policiais e exige tratá-la como “terrorista”
Coronel influencer posa de perseguido, enquanto muros e cartazes no Brasil e no mundo denunciam o assassinato de Raimundo Nonato e defendem a luta pela terra; alarde eleitoral acaba divulgando as consignas da Revolução Agrária.
Centenas de camponeses, operários, indígenas, quilombolas e estudantes reuniram-se no Norte de Minas, em 19 de setembro, para celebrar os 20 anos da Ponte da Aliança Operário-Camponesa. Construída em 2006 pelo trabalho voluntário de operários da construção civil e camponeses de 12 comunidades, a obra tornou-se um marco da organização coletiva na região e foi celebrada como marco indelével da Revolução Agrária em curso no País.
Documento disponível no WikiLeaks registra a circulação internacional de acusações contra o movimento camponês, em meio aos avanços da luta pela terra entre 2005 e 2008.
Intervenção militar ianque já está orientada na sua Estratégia de Segurança Nacional, de 2025, e reforçada em 2026: derrotar insurgências, elevar a ordem de suas semicolônias e impedir presença de rivais. No Brasil, o alvo estratégico é claro: os "guerrilheiros" e "narcoterroristas" da Liga dos Camponeses Pobres, como qualificam a PM-RO e certos oficiais da reserva do Exército brasileiro
Construída pelas próprias massas sobre o Ribeirão Arapuim, entre Varzelândia e São João da Ponte (MG), a ponte substituiu uma passagem precária e derrotou décadas de promessas eleitorais. Celebrações ocorrerão de 18 a 20 de setembro, durante a 6ª Festa da Produção.
Camponeses convocam marcha ao Incra em Porto Velho e cobram regularização, títulos, transparência e atendimento digno. Desde abril, a LCP acusa o superintendente de reter processos de cadeia dominial, favorecer latifundiários e atuar em conluio com o chamado “bando do Jed” e o ex-comandante da PM-RO Régis Braguin.