Liga dos Camponeses Pobres (LCP)
Campanha de Flávio publica vídeo sob o título “LCP deve ser classificada como terrorista” e requenta a bravata do patriarca Jair Bolsonaro, que já prometera “conter esse terrorismo” em Rondônia e fora derrotado pela grandiosa resistência camponesa em 2020-21. Na conversa com Flávio, Fernando Máximo, eleito senador por Rondônia, associa a LCP ao “crime organizado”, acusa-a de portar fuzis e matar policiais e exige tratá-la como “terrorista”
Fernando Máximo, Flávio Bolsonaro e Marcos Rogério (da esquerda para a direita) em reunião do PL em Brasília, em 25 de fevereiro de 2026. Ao fundo, pichação da LCP exibida por Jair Bolsonaro em 2021 para atacar a organização camponesa como “terrorista”. (Montagem: AND | Imagens de referência: Marcos Rogério/Facebook e TV Brasil/Reprodução).
Coronel influencer posa de perseguido, enquanto muros e cartazes no Brasil e no mundo denunciam o assassinato de Raimundo Nonato e defendem a luta pela terra; alarde eleitoral acaba divulgando as consignas da Revolução Agrária.
Recorte de montagem publicada por Braguin nas “redes sociais” praguejando contra as “facções”, epíteto sob o qual tenta englobar também o movimento camponês. (Imagem: Régis Braguin via Instagram/Reprodução)
Centenas de camponeses, operários, indígenas, quilombolas e estudantes reuniram-se no Norte de Minas, em 19 de setembro, para celebrar os 20 anos da Ponte da Aliança Operário-Camponesa. Construída em 2006 pelo trabalho voluntário de operários da construção civil e camponeses de 12 comunidades, a obra tornou-se um marco da organização coletiva na região e foi celebrada como marco indelével da Revolução Agrária em curso no País.
Trabalhadores do campo e da cidade celebram os 20 anos da Ponte da Aliança Operário-Camponesa, no Norte de Minas, em 19 de setembro. (Foto: AND)
Documento disponível no WikiLeaks registra a circulação internacional de acusações contra o movimento camponês, em meio aos avanços da luta pela terra entre 2005 e 2008.
Celebração realizada em homenagem ao Presidente Gonzalo após histórica marcha dos camponeses de Rondônia, em 2021. (Fotos: Reprodução/FRDDP)
Murais, faixas e pichações defendem a Revolução Agrária no Brasil e difundem a solidariedade à luta dos camponeses pobres brasileiros.
Intervenção militar ianque já está orientada na sua Estratégia de Segurança Nacional, de 2025, e reforçada em 2026: derrotar insurgências, elevar a ordem de suas semicolônias e impedir presença de rivais. No Brasil, o alvo estratégico é claro: os "guerrilheiros" e "narcoterroristas" da Liga dos Camponeses Pobres, como qualificam a PM-RO e certos oficiais da reserva do Exército brasileiro
Montagem com o cabecilha ianque Donald Trump durante a Cúpula Escudo das Américas, em março de 2026, e faixas e bandeiras de uma grande manifestação de camponeses da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) em defesa do Presidente Gonzalo, realizada no campo brasileiro em 2021. (Montagem: AND. Fotos: AP/Mark Schiefelbein; Reprodução/FRDDP)
Construída pelas próprias massas sobre o Ribeirão Arapuim, entre Varzelândia e São João da Ponte (MG), a ponte substituiu uma passagem precária e derrotou décadas de promessas eleitorais. Celebrações ocorrerão de 18 a 20 de setembro, durante a 6ª Festa da Produção.
Ponte da Aliança Operário-Camponesa, erguida por camponeses e operários do Norte de Minas e inaugurada em 2006. (Foto: José Ricardo Prieto/AND)
Camponeses convocam marcha ao Incra em Porto Velho e cobram regularização, títulos, transparência e atendimento digno. Desde abril, a LCP acusa o superintendente de reter processos de cadeia dominial, favorecer latifundiários e atuar em conluio com o chamado “bando do Jed” e o ex-comandante da PM-RO Régis Braguin.
Centenas de camponeses organizados pela LCP ocupam o Incra da capital rondoniense, em 8 de agosto de 2013. (Foto: CPT-RO/Reprodução)