A atividade foi promovida uma semana após a conformação do Comitê de Boicote à Farsa Eleitoral na cidade, e contou com a presença de João Pedro Fragoso, pesquisador independente do marxismo e criador do canal “Rompendo com Velhas Ideias” no YouTube.
Em entrevista ao AND após protesto de centenas de motoboys em Maringá (PR), liderança da categoria denuncia a insegurança nas ruas, a ausência de garantias trabalhistas e defende a união dos entregadores nas paralisações nacionais.
Mais de 100 famílias Kaingang denunciam grilagem, arrendamento de terras, extração ilegal de madeira, perseguições e expulsões na Terra Indígena Ligeiro, em Charrua. Em entrevista ao AND, representantes das famílias acusaram o cacique Marciano Palhano e pessoas ligadas ao cacicado de participação nas irregularidades.
Reunião realizada em 12 de setembro em um bairro da periferia de Sarandi reuniu 25 pessoas, entre estudantes, professoras da rede básica, trabalhadores da construção civil, aposentados e donas de casa.
As três jovens resgatadas tinham entre 20 e 25 anos, sendo que uma delas estava grávida. Mantidas em cárcere privado, as vítimas eram submetidas a condições análogas à escravidão, sendo coagidas por meio de agressões físicas em um prostíbulo. O caso evidencia o caráter de exploração sexual extrema da prostituição, que atinge principalmente as mulheres do povo.
Trabalhadores contratados pela Produserv paralisaram atividades após novo atraso de salários e benefícios; funcionária relata sobrecarga, falta de materiais e trabalhadoras que precisaram fazer faxinas extras para comprar alimentos e pagar contas.
Manifestação na rodovia BR-470 defende a demarcação de terras e os direitos indígenas em meio ao julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). "Sem terra nós não vivemos", afirmam os indígenas Laklãnõ-Xokleng presentes.
Enquanto o velho Estado mobiliza verba pública para transformar a área da Baía da Babitonga em polo de turismo e escoamento de mercadorias, uma comunidade centenária na mesma região de Joinville enfrenta a violência policial, multas abusivas e despejos a mando da gestão municipal.
Moradores de Passo Fundo enfrentam perdas materiais e econômicas em repetidos alagamentos nos mesmos bairros afetados em anos anteriores, como 2023, 2024 e 1996. A Prefeitura segue sem solucionar os problemas estruturais de moradia e sem um plano de contingência adequado, limitando-se a afirmar que reduziu danos e que os temporais são excepcionais e imprevisíveis.